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Meninaaas, hehehe, TIVE que contar!

O garoto está melhorando, e é uma brusca mudança, incrível!









ahahhahahaha

A-DO-REI meu presente do dia 12 de junho! o/







Meu namorado é foda ou não é?

Ah é sim, é sim

hauhauahahuahuaha









booom, é isso, beijão pra vocês,

e adri, bóra assistir Santiago no SESC?










obs.: DE NOVO eu mudei o layout do blog, mas se quiserem mudar pra outra coisa, ou deixar como tava, a lá vontè viu, beijos



obs.: também ganhei um livro de presente de aniversário atrasado da Laiz e da Mamãe, liindo!

queridas @@
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Ao melhor aniversário da minha vida: obrigada.
Obrigada a todos que foram, que me fizeram rir, que me fizeram estar feliz por aquilo
que nunca me deixa. Alyne, Adri, Pedro, Aline, Bismarck, Paulo: vocês tornaram o peso dos 12 anos mais leve. Huhauahuahuahuahuahu
Posso dizer que foi o melhor aniversário da minha vida porque:
Quando eu acordei nem tava me sentindo mal nem nada. Pelo contrário, foi como se todo o inferno astral do aniversário fosse verdade, e agora, que eu tinha chegado lá, acabou. Estava me sentindo...diferente. Não como quem diz: "meu deus, meu deus, eu já tenho 20 anos e não tenho nada!". Não, foi como quem diz: "caaaaaara! eu tenho 20 anos! sou uma mulher de 20 anos! como sou adulta!". Enfim, daí minha mãe me deu um SUPER abraço, preparou um café-da-manhã PERFEITO, um almoço DELICIOSO (e ela quase nunca cozinha), meu namorado veio pra almoçar e passamos a tarde toda abraçadinhos assistindo filme debaixo das cobertas, recebi um dos melhores presentes que foi a Alyne ter vindo pra me dar um abraço e me fazer uma surpresa FDP, hauhauahuahuha. Depois eu comi muuuito sashimi regado de risadas das pessoas que amo. Recebi um presente mais lindo que o outro e não consegui escolher qual foi o melhor, porque os três eu amei, e os três foram escolhidos de um jeito muito fofo:
* sabe aquela bolsa que TODA mulher de 40 anos tem, e muitas vezes volta a usar, dizendo: "essa eu ganhei quando tinha 20 anos" ? poisé, tipo assim. E o melhor: foi do meu namorado! O mais fofo foi ele dizendo que primeiro pensou numa coisa que fosse servir de qualquer jeito, logo veio a idéia da bolsa, depois ele pensou que tinha que ser de couro, porque queria dar algo que fosse muito bom, depois pensou que não podia ter muita divisão (lindo, ele presta atenção no que eu digo e gosto!), que teria que ser grande, discreta, porém elegante e charmosa. é um fofo ou não é?
* o cachecol listrado colorido da Alyne, que ela já tinha comprado bem antes numa loja porque viu e achou a minha cara. Vou repetir: ela comprou BEM antes porque achou que era a minha cara; aí eu falando isso pra minha mãe (só pra vocês verem como minha amiga me conhece MESMO), e minha mãe disse: "é verdade mesmo, é a tua cara!" com uma cara de orgulhosa por eu ter uma amiga assim na minha vida

*o brinco de prata escovada da Aline, que ela comprou lááá em Tubarão porque não tinha podido pegar o comércio aberto aqui e aí ela contando que falou pra moça que tinha que ser um bem bonito e bom que ela não queria dar um troço ruim pq era para uma pessoa muito especial

Caaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaara! Dai tudo isso me fez pensar: Como eu tenho pessoas maravilhosas do meu lado! ahuahuahuahuahuahuahuahuahua
Assim, não pelos presentes, mas pelo cuidado.
Ah, daí depois a gente foi no boliche e rimos muito também.
Depois...bom e depois né gente...vocês não vão querer saber de detalhes,
mas eu fui comemorar o amor em minha vida. hauhauahuahuha
E é por tudo isso que eu digo:
OBRIGADA
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obs.: links em azul
Uma menina era muito feliz, pois tinha quatro incríveis amigas. Depois que foram chamadas para servir em outra vila, as quatro - ou pelo menos ela - acreditaram que a distância e os novos afazeres não interfiririam. Bom, como uma das meninas havia decidido dedicar-se piamente ao marido, independente das implicações disso, houve uma pequena, mas ainda insignificante evasão. Tudo bem, pensava a menina, vamos amá-la e respeitá-la, mesmo que suas escolhas não nos priorize. Então, sempre que a evasiva Gertrude precisava ou retornava ao leito da amizade, era acolhida como se estivesse sempre ali. A outra menina, que também casara-se e com a qual a nossa personagem indentificou-se pela sua forte personalidade, vinha com alguma frequência visitá-la, e também a outra, Valéria, que era muitíssimo especial visto sua loucura e bondade. As três comiam guloseimas do reino e se divertiam jogando bola-pé no bosque. Entretanto, passados alguns meses, A Menina sentiu que apenas ela e Valéria realmente se importavam com aquilo que configurara uma amizade interminável. Afinal, imaginava, faziam de tudo para buscar a essência do que elas haviam comprometido-se a manter. A Menina estava muito contente com o fortalecimento de laços entre ela e Valéria, e como de Gertrude já haviam mesmo desistido, com todos os risos, ainda sentiam falta era de Bromélya. Em uma tarde de muito sol, arco-íris, nuvens brancas e fofinhas, e pássaros cantarolantes, Valéria e A Menina desabafaram entre si as mágoas daquela nova evasão. E resolveram publicar no pergaminho real para que, talvez, Bromélia visse e percebesse o afastamento. Mas A Menina só podia ter se esquecido do quanto Bromélia era especial para a amizade das quatro - 1 = três. E assim sendo, ela fez muito mais que pedir desculpas. Porque, na verdade, ela não tinha quase nenhuma culpa. Explicara então no Pergaminho Real, que seus treinamentos de arco-e-flecha finalmente estavam dando resultados, mas ela estava esforçando-se muito e mal tinha tempo para; colher flores; que sua mãe sofrera um ataque de hipopótamo e estava necessitando de auxílio; o irmão estava num processo conturbado pois não queria passar pelo ritual de idade. A Menina e sua amiga Valéria, assim, sentiram-se mal por terem entendido mal, mesmo que achassem que Bromélya deveria ter contado dos perrengues que estavam se passando. Então, o que aconteceu foi o mesmo que aconteceria se Bromélya não tivesse dado explicação nenhuma: não eram 4-2= duas.
Os dias se passaram e...

{CONTINUAÇÃO NO PRÓXIMO FATO}
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...o aniversário de 15 anos d'A Menina estava por chegar. Como ela tinha problemas com essa coisa de aniversário e idade, imaginou-se num dia de aniversário com muitas lágrimas e crise existencial. Então, teve uma idéia: "se eu não fizer nada, vou ficar sozinha o dia todo e pensar em coisas ruins (já que aquela idade, sendo muito importante na vida de uma mulher, trazia um grande peso a ela) vou querer passar o dia com as pessoas que mais amo. Nesta lista estavam, não necessariamente nessa mesma ordem: sua família (naturalmente); Henriquetto (seu amado); Valéria; Bromélya e seu amado Tartáulio; Bromélia (sua prima que muito sua amiga era) com seu esposo Virgínio; e sua outra prima e amiga querida Darquídea. Como no reino havia um restaurante de comida sérvia muito distinto, A Menina programou-se para passar lá aquele dia com seus amigos queridos. Convidou todos os da lista. Mas com tristeza soube de antemão que Bromélya não poderia vir, pois ela e Tartáulio teriam outros gastos naquele mês de forma que ficaria quase impossível. Porém, conformada, ela enviou os convites dourados a cada um dos convidados restantes, menos para a Henriquetto que sempre estava ao seu lado e ajudou com tudo, não precisando ser avisado. Porééém...


{CONTINUAÇÃO NO PRÓXIMO FATO}
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...como a escola de tricotagem onde A Menina estudava faria uma viagem de carruagem com tudo pago para a vila onde Bromélya morava, ela viu aí uma chance de dar um abraço apertado na amiga durante o almoço, e quem sabe suportar melhor a idéia de não vê-la na semana de seu aniversário. Por um pombo-correio, enviou um recado para Tartáulio, para que ele pudesse ajudá-la na surpresa, e este respondeu os planos dos dois para aquele dia em que ela planejava a viagem: "Querida A Menina, eu e minha amada estamos projetando uma viagem à Vila B logo depois de sua prova de arco-e-flecha, ou assim que terminarmos o almoço.". A Menina viu que teria pouco tempo para ficar com Bromélya, mas mesmo assim, insistiu no plano e estava pronta para partir. Entretanto, algo deu errado. A Menina comera muito bolinho de chuva na véspera e passou muito mal, perdendo a carruagem. Decepcionada por não ter dado certo, ela comunicou Bromélya, que também ficou pesarosa pelos imprevistos, mas avisou que logo se veriam. Em seguida, A Menina começou a lembrar que dera a data errada para Tartáulio, e que Tartáulio estava agindo de muita má fé. Explica-se: ela avisara a ele, erroneamente, que a data da surpresa seria um dia antes de seu aniversário, Tartáulio comunicara que ele e Bromélia viajariam para o tal evento familiar que ele tinha. Então A menina pensou que era injusto pois o motivo de não virem para seu aniversário era não terem moedas de ouro para a viagem, no entanto viajariam. Então ela enviou outro pombo-correio, falando de seu raciocínio a Bromélya, certa de que ela entenderia e concordaria, e também se ofereceu para pagar a passagem da carruagem se Bromélya viesse.

Maaas, o que aconteceu foi que Bromélya decepcionou, falando que eram duas coisas diferentes, e que o evento familiar de Tartáulio era mais formal e não poderia mesmo ir em seu aniversário por conta disso. Obviamente que a menina ficou abalada, pois de forma clara, Bromélya disse que o evento familiar de Tartáulio era mais importante que seu aniversário. Então logo concluiu que aquela amizade era uma farsa, que nada seria como antes, e que tudo tenderia a piorar, que deveria se afastar para não continuar se ferindo, que deveria parar de sonhar com finais felizes, ser mais realista e parar de se apegar tanto nas pessoas. A Menina estava num limbo de tristeza e vácuo sem fim, e em seu mundo, não haviam sóis, pássaros, ou arco-íris. Em seu mundo, tudo era feito de cinza que desabavam como uma avalanche e corriam em direção a ela para engoli-la.

Maas...


{CONTINUA NO FINAL}