autistas por opção


fecho os olhos pra não ver passar o tempo, sinto falta de você...eu não vou saber me acostumar sem seu olhar pra me entender, e pode ter certeza, pra mim cada minuto também é uma eternidade. Mas, eu prometo, logo estaremos juntas para fazer um verão digno de slogan de sessão da tarde: se aventurar nas mais loucas travessuras essa dupla vai aprontar pra valer.

...
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Então vem...
que eu conto os dias conto as horas pra te ver
eu não consigo te esquecer
cada minuto é muito tempo sem você...
sem você!


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Pena que nossos créditos só davam para uma paçoca :/





Ao logar no blog eu digitei a senha em vez do e-mail :D
mas aí percebi que a senha não poderia ser igual \putz
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Pois então, parece que estavas mesmo certa em aconselhar atualização.
Boa parte do que escrevi naqueles páragrafos - aqueles, da última postagens - permanecem sendo a mais pura verdade. Aquela é a mais sincera história de minha -ainda que curta - vida.
Relendo o texto, percebi que cometi um erro terrível ao definir Adri como uma "garota maluca".
Não que ela não seja, mas talvez o que quis dizer não foi, por completo, alcançado. Pra mim, ser maluca, é muito além de um elogio. É uma filosofia de vida. Quando digo que conheci uma "garota maluca", quero dizer que conheci alguém cuja personalidade era deveras fascinante, exatamente por essa incrível - e rara - capacidade de praticar a ideologia tão condenada: ser louco faz bem. Faz bem a si, faz bem aos outros. Mas bem, não foi, exatamente, pra isso que resolvi atualizar tal postagem. Na verdade, ela necessita de urgentes modificações na parte do namorado. Nos enganamos muito. E foi mais um incrível amadurecimento. Não fui amada, mas alguém foi obcecado por mim durante algum tempo. Não me respeitava. Mentiras existem, e elas podem ser cruéis se usadas sem precaução ou sensatez. Cruéis, mas não a mim, e sim para quem as usa de maneira desmedida. Que mintam sobre o banho não tomado, o dente não escovado, a cama não arrumada, a louça não lavada. Que mintam sobre o livro entregue, sobre os deveres feitos, sobre o que fez durante a tarde toda. Mas não façam de si, uma mentira. Fazer de você uma mentira, só lhe transorma em uma pessoa inexistente, em uma personalidade que não existe. Fazer de você uma outra pessoa, ainda que essa pessoa pareça excepcional, é suicidar sua alma, abdicar de sua própria existência. E as pessos fazem isso o tempo todo. Sabe?! Pagam caríssimo por roupas de marca desnecessárias, devem horrores pra poder manter um carro que poderá oferecer certo status diante de uma sociedade materialista. Inventam uma matrícula em uma boa faculdade, ou inventam um emprego que não existe, ou que não estão qualificados a preencher. Pessoas dessa estirpe acham-se muito espertas. Mas elas caem. Porque quando cativam as pessoas, essa relação não é duradoura, afinal, ela cativou a outra a partir de uma vida que não existe. Então, essas pessoas se afastam, e junto com ela, vai embora tudo que ela criou.
Porque, um dia, o mentiroso cria vínculos, e esquece que a pessoa com a qual criou tais vínculos, está com ela por aquilo que ela é, e não por aquilo que demonstra ser. E vai levando, se esquecendo das mentiras todas que contou, e por isso conta mais. E pior, passa a acreditar nelas para ficarem mais verossímeis. Mas, já diz o ditado: mentira tem perna curta. E talvez as pernas não fossem tão curtas, mas corriam tanto atrás de alibis para suas mentiras, que acabaram ficando cansadas, se exaurindo, aos poucos. E aí tudo acaba, porque quando você passa a gostar de alguém, e essa pessoa se vai por um erro seu, nada mais faz sentido. Suas mentiras somem, sua importância com o carro, com as roupas ou com o esforço em manter as aparências (sempre falsas) se esvaem. E você fica sem nada. Você pode ter seu carro, e suas roupas, mas não enxerga mais o brilho que antes era tão iminente. E você cai na poça d'água, e a água te faz acordar. Mas você não tem ninguém pra te ajudar a levantar, nem forças que te estimulem a levantar, por que não há mais nada depois que você levanta, e porque você já usou todas as forças que tinha para manter grandes mentiras. Depois passa alguém que sente pena. Ajuda a pessoa a levantar. E então o brilho daquelas velhas coisas volta, e novamente essa pessoa passa por todo um processo de auto-destruição chamado de mentira. E o ciclo nunca acaba. Até que você morre, sem nunca ter vivido, pois viveu apenas a vida de pessoas que você inventou. E desperta nos outros um sentimento ainda pior que raiva, ou ódio. A pena.
Mas, enfim. Continuo tendo amigas verdadeiras, uma família excepcional, valores inestimáveis e, creio eu, alguém que, em algum lugar do mundo, está destinado a ser feliz comigo. Caso contrário, tendo apenas aquilo que já tenho, me ensinem a ser feliz do mesmo jeito, pois assim já me sinto completa.
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Sabe quando você é tem uns 13, 15 anos e acha que quando chegar nos 18 vai ser diferente?! Tipo, você vai poder beber, dirigir, alugar qualquer filme, botar piercing, fazer tattoo. Eu digo: E daí?! Tá. EU não ligo pra isso, mas se eu me lembro bem eu acho (ah, nem lembro o que eu planejava fazer nos próximos minutos, imagian no que eu pensava quando tinah 14 anos?!)idealizava a idade dos 18/19/20 e por aí...Não que eu tivesse loooouca para beber, dirigir e todas as outras coisas que eu citei. Mas eu achava que quando você fosse maior de idade as coisas iriam mudar.Melhor, pior. Não faço a mínima idéia. Tipo, eu gostaria de mudar de cidade, mduar o corte de cabelo.Mudar. Ou, não. Por que é fácil falar, muuuuuuuuuito fácil! Mas quando acontece...bem, deixando de lado a idade. Não tô falando de mudanças que ocorrem quando você faz 20, 30, 1, 6. Mas sabe aquele amigão seu, que depois de certo tempo não fala mais com você, anda sumido e quando aparece mudou completamente?! Mudou. Isso aí! Aí fica chato né?! Quando é você que resolve mudar sem pensar nas pessoas, tudo bem, ok? Quando, por voltade própria ou não, alguém a sua volta muda, às vezes é chato...beeeem chato, pricnipalmente quando o comportamento da pessoa não é mais o mesmo com você e com tudo que vocês costumavam conversar. Aqueles assuntos que cada um sabia exatamente a opinião do outro, agora, estão incertos. Os daqueeela pessoa, é claro. O seu, não. Por que voc~e não muda, os outros que mudam.Você é perfeito, né? Você pode fazer o que quiser. Pode abandoná-los, não é mesmo?! Mas quando eles fazem isso....é chato. O nome? Egoísmo. Lá no fundo, todos são egoístas.Eu sou.

Mas, não era pra eu falar disso, não é mesmo?! Eu sou assim, sou egoísta, sou esquecida, sou sem-noção, sou meio brega e sou meio chata. Mas acho que sou legal e divertida também. Ah, também me empolgo fácil...muuuuito fácil. Comecei falando de uma coisa que eu tava afim, e depois já fiz pra outro caminho. Quê coisa, não?! Mas o pior de tudo é que eu não sei se apago e tento de novo, ou continuo....

Continuando...Mas, peraí, do que eu tava falando? Idade?! Bem, é que hoje eu tava sme o que fazer (RÁ, verdade) e fiquei folheando umas CAPRICHOS suuper velhas que estavam num canto. Nada contra com quem lê essa revsta, ou talvez, tenha sim. Mas, meldels, será que todas as menininhas são asism? Fúteis, só pensma em meninos, só querem namorar, ir pra 'balada'?! Credo, eu acho que era assim, pra comprar essa revista...Na verdade mesmo, o que eu mais gostava de ler nela (e o que eu tava relendo hoje) e aquelas parets de Micos. Não tem coisa melhor do que rir da desgraça alheia, não vai dizer que vc não gosta pq...ah, tds gostam! ah aqueles que não se importam de falar dos seus próprios micos. Eu por exemplo, já fiz xixi na sala de aual quando estava na 2º série. Mas eu me defendo, a professora não deixava ir ao banheiro depois do recreio. Mas vai dizer, você deve tá rindo, né? Ah, tmb caí na abertura de Jogos numa escola que eu estudei. Na verdade mesmo, uma menina que botou o pé na minha frente. Ah, eu tmb rio quando lembro. ás vezes...não. Tipo, não tô tão animada, então não tô rindo...mas sei lá, alguma hora vc deve lembrar e rir mto. Uma vez eu li um texto sobre Humildade...ou seria, Humilhação?! Na verdade, acho que não era nenhum dos dois, mas não tenho a menor idéia do que falava. É que falava sobre por que temos vergonha de falar dos nossos micos e outras coisas. E o escritor contava como foi escolhido o nome dele. Os pais indecisos em David e Paulo (não lembro se era Paulo, mas ahco que era David) botaram duas tigelas de ração, cada uam representando um nome. A que o cachorro chegasse primeiro, seria o nome do filho deles. Por isso que eu lembro apenas de David, pq a tigela onde o cachorro chegou primeiro estava com o nome de David #D
Enfim, não disse nada, como sempre. pelo menso postei menos carinhas XDD Sabe, era mais um teste e ah, escrevi mais devagar. Claro, devemt er percebido que tem menos erros de digitação do que de costume. Alguns provêm do meu novo teclado. Sabe, foi um presente. 8D

Ah, eu tenho 18 e não tenho vonatde de botar piercing, fazer tatto, dirigir (nem sei e nem tenho vontade de aprender) beber (nem gosto), ou qualquer otura coisa que dizem que vc pode fazer quando tiver 18. Bem, hoje me ocorreu que eu tô liberada geral RARARARAR posso fazer tudo UHULLLL Mas nem queiro, tô bem assim. Obrigada. Mas quem sabe um dia...posso mudar de idéia. Ok, eu defintiivamente não vou mudar de idéia em relação a ser presa #D
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Tomamos rumos incertos, é certo. Mas chega a ser engraçado como as medidas que tomamos a fim de evitar isso tornam-se inúteis. O esquecimento á que foi submetido o blog prova isso. Seremos futuras profissionais de direito, odontologia, letras e comunicação social, tenho certeza. Mas fico a imaginar de que maneira isso irá se concretizar. Quer dizer, seremos casadas infelizes? Solteiras malucas? Felizes ao menos? Decadentes casadas?! Esposas amáveis e mães exemplares?! Moraremos no fundo de quintal de uma casa qualquer, ou em modernos apartamentos? E seremos felizes exatamente onde? Exatamente como?! Principalmente: estaremos ainda ligadas, e num café reunidor daremos risadas de tais questionamentos feitos quando jovens? Tento, sempre que posso, desviar do obstáculo da realidade, e vou pegando atalhos, acreditando na cruel ilusão da praticidade. Porque os atalhos, nesse caso, são os mais complicados caminhos, eles nos fazem perder parte da identidade de nossos rumos. Hoje, depois de um franco, justo, e honrado confronto com a Verdade, fiquei com a deliciosa sensação de que se o mundo acabasse hoje, eu terminaria meus dias da melhor maneira possível: acreditando que minha vida não foi em vão.Ora. Nasci, fui uma criança discretamente malandra, estrategista, fria e calculista até para a minha idade.Comece a falar mais tarde do que desejavam meus pais, afinal, fui servida, boa parte de minha infância, de saborosos pratos de silêncio, preparados amorosamente por minha irmã de coração. Começa por aí minha vida regida por valores bem diferentes do resto de boa parte das crianças. Muito ligada à minha casa, e à minha família, relutei em sucumbir aos sorrisos modestos das professoras de minha primeira escolinha – para isso, tive que ser enganada. Venci meu primeiro desafio. Me adaptei bem após algumas semanas de sucessivos choros em frente á porta da tal escola. Fiz boas amizades, e prossegui num caminho que hoje estimo muito ter seguido. Lá, aprendi que existiam opiniões e formas de ver a vida diferentes das minhas, e que elas não podiam ser manipuladas como eu costumava TENTAR fazer com meus pais (e que eles me faziam acreditar que conseguia). E foi meu primeiro grande êxtase: aprender a lidar com elas. Antes mesmo de saber que tal característica deveria existir em todos, passei a ser tolerante. Bruno, portador de algo que o fazia ser chamado de “especial”, bem como Débora tinha olhos puxados, pele muito branca, e enorme dificuldade em falar. Foi lá também que aprendi a ser algo que descobri, mais tarde, chamar-se lealdade. Victor Hugo, lembro-me bem, era recíproco à lealdade que eu lhe depositava, mostrava isso quando, mesmo com problema em uma das pernas, buscava balas com um bicho gigante que aparecia todo ano, na mesma época – eu não ia muito com a cara daquilo que era uma ampliação desproporcional e assustadora do coelho Pepe, mascote de nossa turma. Mas os anos não suportaram a falta de estrutura que o humilde e maravilhoso mundo do jardim de infância tinha a me oferecer. Eu teria que sair. Teria que mudar de segunda casa. Acabei parando num lugar 31645135 vezes maior ao que eu estava acostumada, e mal sabia o que me esperava do outro lado. Um ano se passou. Tive que me acostumar á professora mais rude, e aos colegas, que não eram doces como os antigos. Agora eu não tinha mais o parquinho ou a areia para me acolherem nos intervalos, aliás, agora nós tínhamos um único intervalo. Agora eu só tinha uma parede com azulejos mal-sucedidos cor-de-rosa, onde me falou que eu poderia ficar durante os recreios quando perguntei à uma moça chamada “Servente”. Era um lugar terrível esse outro lado do colégio. Havia gente de todos os tamanhos, elas corriam desgovernadas, batiam-se, gritavam, algumas, maiores, xingavam-se de coisas terríveis (“merda” pra mim, era algo inadmissível, e eles extrapolavam esse inocente limite). As coisas ainda iriam piorar. E muito. Os meninos já não se misturavam com as meninas, e as meninas eram muito chatas, então criei um grupo, o qual, por muito tempo, teve apenas uma integrante, e eu não preciso dizer quem. Meus recreios evoluíram, passaram a ser na biblioteca, na companhia dos mais diversos livros, devorados por uma coisa que eu descobri que amava: conhecer. As bibliotecárias me adoravam, e eram também boas colegas, já que eu, apesar de desleixada e moleca, era sempre cordial, educada e sensata. Mais tarde, as meninas passaram a adotar, precocemente, atitudes de mulheres, justificando-as com o aumento precário de seus peitos, e os garotos passaram a tratar com hostilidade qualquer outra diferente dessas. E eu era diferente. Mas não sabia que isso era bom. Chorava sempre que lembrava que não tinha amigos. E um dia finalmente entendi que haveria apenas uma forma de ser aceita: não precisar de aceitação nenhuma pra me dar bem. Não corria mais atrás de equipes para fazer os trabalhos grupais, afinal eu já tinha o meu, apenas o tinha esquecido. E eram sempre bons trabalhos, fazia-os com afinco e dedicação, e recebia sempre boas notas. As horas na biblioteca também passaram a ser muito úteis, me estimularam mais do que se eu ficasse sentada observando os garotos maiores como a maioria das meninas faziam. Ainda sem muitos amigos, já sem sentir falta deles, entrei pro coral. Lá iniciei minha busca pelos desafios de relação. Mesmo havendo muitos garotos de “boa índole” e muitas meninas “bonitas e simpáticas” conforme descreviam as coordenadoras hipócritas daquela época, acabei me interessando justamente pelo garoto de sobrancelhas raspadas. Currículo curioso, parece que tinha sido expulso de dois ou três colégios, por portar um pequeno estilete (o mesmo que lhe criou um problema nos fios da sobrancelha). Contudo, ele parecia ser mais enriquecedor que aquelas crianças chatas que compunham o coral. Mas ele não serviu-me pra mais nada. Depois surgiu um outro, as professoras não sabiam o que fazer, ele chegava atrasado, respondia malcriadamente, batia nas meninas – que tinham nojo de tocar em suas camisetas suadas e sujas de terra e saliva – odiava os meninos. Tinha o olhar e expressões constantemente selvagens. Topou jogar bolinha-de-gude comigo. Ele era legal. Mas não chegávamos a ser amigos, brigávamos sempre, e comemorávamos fazendo coisas que gostávamos (correr desatinadamente e cair era preferência). Ouvia também minha mãe comentando que conversara com uma avó que tinha uma neta “complicada”, bem, já havia ouvido alguns rumores. Finalmente a conheci. Tinha atitudes de menino, muito mais que eu, andava como menino, movia os ombros como menino. Sempre que passava, abriam-lhe caminho, ou, sabiam, teriam que conhecer a fúria daqueles punhos branquelos, e a ferocidade penetrante dos olhos azuis. Tal personalidade arredia lhe tornava compatível ao meu grupo, foi, sem saber, inserida nele. Chamava-se Layla. Nos encontrávamos ás vezes, e ela abaixava a cabeça como que um cumprimento. Eu sorria. Não que tivéssemos amizade, mas eu era uma das poucas pessoas que não lhe temia, mas a respeitava e entendia. E isso bastava para que nos déssemos bem. Meus trabalhos e minhas necessidades de conhecimento iam melhorando e se aperfeiçoando cada vez mais. Já tinha uma boa formação sobre o que eram garotos e como deveriam ser tratados: seres da pior espécie que deveriam ser tratados como tais. Enquanto as meninas despejavam lágrimas por algum garoto imaturo do terceiro ano, eu escrevia bobagens em meu caderno e aprendia com elas como agir com eles. Cresci, emagreci, tornei-me menos dentuça e menos desleixada, mais madura talvez, e ainda que eu não fosse adorada por quase ninguém, eu era admirada, mesmo que secretamente, por muitas. Só que as pessoas preferem não captar mudanças, porque esse é um processo que exige-lhes muito, e eu sabia que seria sempre a menina gordinha, dentuça e desengonçada dos anos anteriores, e mesmo tendo certeza que isso não me afetaria, achei que haveria um outro lugar para exibir minha nova fase. Mudei de colégio. Esperava o pior possível dele. Melhor, tive ótimas surpresas. Minha nova turma se mostrou disposta a me enquadrar onde eu quisesse, prontos pra tirar quaisquer dúvidas. Os garotos então...Me deu ainda mais alegria quando avistei um rosto conhecido, disfarçado com a mascara da antipatia, mas ainda assim conhecido. Os mesmos olhos azuis, menos vorazes dessa vez, cabelos um pouco mais louros, gestos mais femininos. Fiquei feliz com a possibilidade de retomar uma velha amizade que havia ficado sem ponto final. Sequer olhou-me a cara. Odiei-a ainda mais quando negou-me olhar a resolução do exercício de física para entende-lo melhor. Ouvi, mais tarde, coisas terríveis a seu respeito. Acabei num grupinho de meninas que era mais um antro de falsidade, onde só havia uma pessoa com sensibilidade o bastante para execra-lo: chamava-se Sara. Foi minha amiga, confidente, companheira, parceira. Estimo-a muito, até hoje, mas quase não nos falamos. Lembro-me também quando passei por outra menina conhecida do outro colégio, não lembrava-lhe o nome, e me contentei em dar-lhe apenas um sorriso ao vê-la passar por mim no fim do intervalo, jogando a caixinha de achocolatado na lixeira do corredor. Sei la, talvez fosse envergonhada ou não se lembrara de mim, mas não riu de volta. Tinha atitudes modestas, gestos curtos, falava pouco, observava muito. Não me recordo exatamente como nos aproximamos, mas achei engraçado ir tanto com a cara de alguém que tinha o mesmo nome de minha prima. Ela amava cálculos, eu amava português, e a gente foi se entendendo. Não conseguia guardar lugar na frente, e cuidei para que conseguisse sentar mais próxima do professor, perto de mim e da Adri, uma menina meio maluca que acabei conhecendo também. Quando eu vi, não conseguia passar um recreio sem trocar algumas palavras com ela. Depois acabamos, ela, Adri, e eu, nos aproximando da Layla. Bom, mas meu amadurecimento foi só aí. Ainda achava que homens eram a escória da humanidade, que deviam ser usados, esquecidos, quiçá pisados. Continuava saindo, conseguindo quem eu queria nas festas, acordando feliz no dia seguinte. Até que conheci um garoto. Ficamos juntos por algum tempo. Erramos, deveríamos ter ficado como amigos. Experiência que terminou da forma mais desastrosa possível: agora mesmo é que eu ia avacalhar. Passei muito tempo sem ligar pra nada, fechada. Depois, passou. E o verão chegou em boa hora. Conheci pessoas maravilhosas. E fui amadurecendo minhas idéias sobre fidelidade. Agora eu não era só a menina mimada que não ia ligar pra ninguém, eu era mais que isso. Eu era quem tinha entendido que não importasse o que me fizessem, ia dar sempre o meu melhor. Tudo isso aprendi em 18 anos, e pode não ser muito, vai saber, mas pra mim é o suficiente: tenho amigas verdadeiras, um namorado que com todos os defeitos gosta de mim e me respeita, uma família excepcional, e valores inestimáveis. Se eu quiser muito mais que isso algum dia, me ensinem novamente, porque já esqueci que é só o que eu preciso pra ser verdadeiramente feliz.
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Alguém sabe que dia é hoje?! AEAEAEAEAEA
Hoje faz exatos 100 anos que os japoneses vieram para o Brasil 8D
Legal, não?! huahuahua

Um bjo pra ALL que sempre me aguentam com isso! 8D
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Malditos egoístas, idiotas, tarados, nojentos, tanços!
idiotas,idiotas,idiotas!



Aigo u/u
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MENINA 1 diz:
se fode, ele é bom
MENINA 2:
=O
MENINA 1 diz:
HSUAHUAUAhUA, se fode
MENINA 2:
como assim?
MENINA 1:
sei lá
MENINA 2:
tu ta loca?
MENINA 1:
sou uma nova garota agora sem o
MENINA 1 diz:
himen
MENINA 1 (afinada) diz:
aHAUHAuhAHuHUHAUuhauhauhauhauhauha
MENINA 2:
se fode, se fode HUASHUAS



"ngm vai acreditar q o culpado foi um simples O.B...infelizmente. ou não hem...vai que o OB supera"
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- Galerinhá, o quê, O QUÊ tem na água?! Te-tem H2O, Cl- , Fl-, Mg (ah fei la que porra é aqui né), Fe2-...E colifórmios fecais. Tem mérda né, merda, tem merda la então, merda.
Turmá, então assim, melhor bebê cerveja e falá merda, que tomár merda e não falá nada.


e precisa falar mais?
Adri
Acho que eu os fiz rápido de mais






.tô doida, tô doida... XD




~pura falta do que fazer~!.
Adri
"Chaarlie~! Chaarlie!! Socorroo!!"

"vamos fazer a dancinha...'cha-cha-charlie-charlie cha-charlie, where is charlie?! chaaarlie cha-cha-chaaaarrlie'...isso, isso, assim!"
"se esconda, se esconda!"
"o comunicador está ativo?!"
"aaih acho que ele entrou de mais no meu ouvido!"
"entre na passagem secreta!"
"cadê a outra?!"
"aimeldelz, a gente se perdeu dela!"
"e agora, vamos procurar!"
"já sei, vamos chamá-la pelo microfone, com certeza ela vai aparecer!"
"isso mesmo!"
"aaah...mas ela está alii~!"
"Pq vcs me deicharam sozinha lá?! Tava td mundo olhando pra mim!"
"não podemos ser descobertas!"
"é...vc deveria ter entrado na psaagem secreta!"
"se escondam, a bomba ...a bomba vai explodir!!"

...

"o que vcs estão fazendo?! olha, eu comprei chocolates, um pra cada um!"
"Oh~! vamos reuní-los em poder do CHARLIE!"

"de novo, fazemos a dancinha 'where is charlie?! chaaarlie! cha-cha-charrliee!! charliee!'"




______________

*Fim de Missão.*
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L: uu la lá!

A: a vida como ela é

Y: vaiiii safada, pega no cabelo e puxa

A: uuuiaa ta louco

L: HAUHASUHASUHAUSHUASHUASHUAHSUAHSUASHS, pega no cabelo e puxa?! Y se liberando

Y: o jojo falava isso no primeiro ano ou no segundo

L: e tu gostava ne cachorra

Y: nossa é bem a minha cara essa "selvageria"

A: teu pooost L, a D vai ficar puta! mas ficou mtoooooo legal!

L: ASUSAHUHASUHAS pq?

A: puta de brava, ou triste!

Y: acho que ela vai rir

L: HASUhUshUHSHAs, liberdade de expressão...ela nem tem o dinheiro de ficar puta

L: direito*

A: e u q q tem a ver dinheiro nessa merda? AhUAHsusuhUSAhauA

L: se ela quiser ela pode, o direito é dela, se ela quiser ficar puta, quem sofrerá com isso é a família né

A: HAUHUAhUAHuhA

L: UAHSUHUASHUHSHASUHASUHUASHUASHUHASUHASUHAUSHASHUAUSHAHS

L: e também há a probabilidade de ela já o ser

Y: a adri ligou pro japa A?

L: ela caízi.

Y: e eli disse adrigatou

L: a adro?!

Y: hhHhhHHHHhhhH

L: HUSHUAHSUHASUHASHUASHUASHSAUHAUSHAUSHAUSHSUHAUHASU, ADRIGATOU meu??!! cacete, isso é tão trash...que eu fiquei excitada.

L: excitada = eufórica, animada

A: fui eu que postei isso

L: HUAhsuHShAHSAS, quem postou o que cacete?!

A: fiquei puta!

A: não era pra vcs! errei depvt!

Y: todo mundo ficando puta eeeeeeee lá iaa

L: ahsuasuhasuhasuhas é uma putaria so, onde esse mundo vai parar

L: a>>> me poe me poe

Y: uhmmmm

L: l>>> pus L: a>>> uiL: l>>> foi bom?

L: safadinha hem

A: ui cara, q nojenca

L: o que cara? to perguntando se foi bom eu ter te colocado na conversa novamente...an an se tu entrou direitinho...coisa e tal ASHAUHUAHS..o Y, maliciosa ela ne? bem coisa de p. mesmo

A: eu tava pensando naquela coisa nojenta, que tem geralmente em furúnculos!

L: acho melhor a gente não se envolver com esse tipinho hem.

L: pq a puta da Y saiu?

A: a Y levou a sério!!

A: HAUSHUASHUHASUHAUSHAUSHUASHUAHSUHASUHASUHSA

L: foi ser puta em outros cantos

L: oo...a layla "ta craaaazy" ou é impressão minha

L: huHAYSHUASHUAHUA, buá

A: TU tá crazy!

A: A LAYLA TAH MTO CRAZY, VERY VERY VERY...

A: tu nun vai adivinhar a musica?

A: PORRAAA!!!!

A: leia a dicaaaa

L: opa opa...porra onde?!

L: cacete...qual o nome dessa merda?

A: EU NAUM SEI O NOME DESSA Q EU TO CANTANDO

L: porra entao que q tu ta me fazendo adivinhar?

A: ñ quero mais brincar tu é mto tança

Y: FOGO

Y: FOGO

Y: FOGOOOO

Y: fogo

L: sua vagaba

A: uuuuuuuuiiaaa fogo embaixo da saia?

Y: que mentes férteis ein é fogo na toalha

A: AUHSUHASUHASUAS

L: caralho abaixa charlie!!

Y: NA TOALHA?

L: eles estão atrás de nós

A: UASHUHASUHASUHASUHASUHAUSHAUSAHAUSHUASHUASHUAHSUAS

A: HASUHASUHAUSHAUSHUAHUAHSUHASAS ai minha barriga

L: jesus cristo! então chegou na barriga! mas não chegou na boca ne? quer dizer...nao pela forma como chegou na barriga...

Y: vamos ver meu nome não é jhonny

Y: vamos ver meu nome não é jhonny

L: vamooooooos Y

A: VEM VEm ABRIR UMA CONTA NO ITAU!

Y: ahahahahahahhhahahh prefiro caixa

L: veeeeeeeem pra caixaaa você tambeeeeem! VEM!suas tancinhas

A: venha nega vá venha nega vá uuuuii!

Y: isso é música de terrero

L: uganda

A: tu naum eh de açucar e tu nem faz chapinha ahuAHuHUAHUAHUhahAhua

Y: e nem uso lente como disse a boorato

A: ela pinta o cabelo!

A: eu descobri sozinha!

A: eu descobri sozinha!

A: BABADOOOO

L: ai meu deus vcs estao craaaaaaaaaaazy

A: AHUAHUAHUAHUAHUAHUHAUHAUHAU

A: AHUAHUAHUAHUAHUAHA

Y: babado

Y: aonde?! na saia?

L: correção> ONDEA: UHMMMM SEI! BABADO NOVO! HUAHUAHUAHUA

Y: ii...agora é velho

L: agora a jeriboia vai piar

Y: vai

Y: maria do baisso

Y: bairro

L: bairo, baço

A: tofuh, vai piarrrr a noite intera ô

Y: auguem ker i nu çentro amaha

A: AHuAHUHAUHU ah só se tu vir aqui em casa hj!

L: ogi naun poçso

A: eu sou phoda!

L: i eli eh guei?

A: ci fod imvejoza

Y: de novo, to cansada de me foder já

L: cum km? @@

Y: ahahahahahhaahha

L: é é...que merda, sempre a mesma coisa

Y: injuou

L: jesus em Y, JESUS CRISTO!

Y: olha a aguaaa

A: *canudinho*

A: chuuuuuuuup chuuuuuuuupp ahh delicia!

Y: bummmm! senhor esta mandando desce sobe

A: cabecinha cabecinha cabecinha tuuuuuuuuuuuuuuuuudo!

A: creeu creeeuu creeu creeu!

Y: capital da turquia budapeste hahahahahaha

Y: by charlize theron

A: nivel 5

A: tem q ter folego

A: puuts NA CARA veio cheia de trela. tenho que sair

Y: thau moreninha

L: HAUSHUASHUSHUAS, nossaaa DESENCAVOU!

A: DESENCAVOU pooo... vais vir aqui barbie?

L: barbie? Ushuashuahsuahs

Y: iii L tu é a susi né

A: AHsuHSUHASuSUAS susi!

L: viajou molamba! ja tenho muito apelido, deu já

Y: ééé...o puta de 10 ngm bate

L: so eu posso bater...HUASHUSHUAHSUHAS...vou la no rodeio de pizza!



(...)
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(...) Mas não é disso que vim falar. É sobre as besteiras da vida...Nascer, viver, morrer...
toda essa ordem cronológica sem nexo parece tão alheia ao mundo em que sinto viver.
E a hipocrisia?
Maldita.
Não se tem preconceito, mas se odeia os que tem.
Então, não é de direito de cada um ter as concepções que bem entender?
Não se está em plena liberdade de expressão?
E a democracia? Utopia alienante. Não só as políticas de direita...veja as outras.
Comunismo.
Impossível.
O homem não resiste ao poder, assim como não resiste ao amor, ambos estão ligados a mesma vertente: o desejo, a vontade insaciável de alguma coisa.
Ser profissional cansa, e ser amador é inútil.
Aquele sol, aquele azul...os cantos.
Nada combinava com seus pensamentos obscuros, e com sua solidão falsa e secreta.
As páginas amarelas daquele livro lhe lembravam tardes antigas...sua infância de contos de fada e lutas entre dragões. A moça arcaica que fazia sua leitura bitolante na capa de um José de Alencar foi-lhe próspera, mas angustiante...Frustrante.Não conseguia pensar como as fêmeas puderam ser tão submissas às palavras de uma sociedade e de seus homens medíocres.
Era como se elas mesmas não existissem. Mas afastou aquele pensamento de revolta, lembrou-se da louça velha na pia...da sujeira impregnada no fogão...e da voz estridente de alguém dizendo que queria tudo pronto quando retornasse...Já havia passado uma manhã...e estava tudo lá. Lembrou dos livros que precisava ler, do quarto que lhe foi mandado arrumar, das roupas do lado do avesso e amassadas no sofá, do chão e dos armários empoeirados...Talvez se limpasse, sua vida também fosse um pouco organizada. Ficou desanimada, e logo feliz...Pensando nos olhares da ida ao mercado...quando menos se arrumava, mais chamava a atenção. Poderia ser esse o segredo, a indiferença...que traz a plenitude - pelo menos aparente. Sentiu os olhos pesados, aquele clima parecia o de verão, o momento então; depois do almoço.
Era quando lhe dava mais sono, moleza, até naquele dia, em que não havia, sequer, almoçado.
Quis deitar na rede da sacada...mas lembrou da bagunça. O comodismo falava mais forte nessas horas, não pensava que se ordenasse o tempo para deitar e descansar seria maior, pensava apenas que queria deitar e descansar independente das implicações que esse desejo possuía.
Um desejo sóbrio e enclausurante, como quase todos os verdadeiros que um dia sentira.
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eu deixei ele com a fada marinha! mas a maldita sair com o cyberboy e deixou meu poney fugir!
/bua /bua


AAAAAAAAAHHHHHHHHHH
viiiiva \o/
Adri
Ultimamente, eu tenho me irritado quando escuto falar, (principalmente nos jornais, que são os meios de comunicação mais acessíveis, sim estou falando dos jornais da Globo) "as eleições americanas", ou os americanos para cá, os americanos para lá. Para começar, quando todos se referem aos americanos, eles querem dizer: os estadunidenses.Também tem o Canadá (sempre esquecem do Canadá) e afinal somos todos americanos, pois vivemos na América, alguns mais pro Norte, no Centro, e por fim, aqui em baixo, isso mesmo mais aqui em baixo. Os sul-americanos. \o/
O mundo não gira em volta do EUA. Não existe apenas filmes vindo dos EUA, a Índia também tem uma grande indústria cinematográfica, e o Brasil. Por que não o Brasil?! Eu confesso que nunca fui patriota, nem um pouco. Meu sonho semrpe era morar em outro país. Acredite, essa minha paixão pelo japão e sua cultura, me fez gostar do Brasil também. Talvez não gosto muito, mas esse pouco já é muito. Confesso que ainda gostaria de morar em outro país, mas ainda penso em morar no Brasil. Talvez em outra cidade. Ou, por que não aqui mesmo, onde eu ainda moro?!
Esse texto tá confuso.Sim, eu admito. Mas, eu não ligo, só queria escrever um pouco. Apesar de que, eu tenho que passar a limpo um texto que eu escrevi na praia.Não, vocês não o veram.Não. E não! =D huahuahua~tá eu não resisto 8D


Eu acho ele lindo. E pronto! Faz o meu tipo! uhuhhu~ Bem, japoneses fazem o meu tipo! lálíá aiai L

8D

beijos...=*

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O PINTO de dois bilhões de dólares
Um PINTO por acidente
O massacre do PINTO elétrico
Dois PINTOS de Francisco
Em busca do PINTO encantado
Querida encolhi o Pinto
As lindas tranças de um PINTO
11 pintos e um segredo
Um PINTO para recordar
Mais pintos e mais furiozos
HERBIE-MEU PINTO TURBINADO
Pinto rangers
Corra que o PINTO vem ai
O pinto bicentenário
Um pinto pra recordar
Tudo para ficar com pinto
Quatro amigas e um PINTO viajante
Pinto borboleta
Se meu pinto falasse
EU MEU PINTO E IRENE
O pinto de cera
O fantástico pinto de chocolate
O homem do pinto de ferro
Branca de neve e os 7 PINTOS
No cair do Pinto [gaaame oveer!]
Não é mais um Pinto Americano
Sociedade dos pintos mortos
COMO PERDER UM PINTO EM 10 DIAS
A DAMA E O PINTOROMEU E PINTO
Pica-Pinto ( Pau ) [essa foi foda! hauhahua]
PINTONIC
CARA! Cadê meu pinto?
hahahahaha. SEM COMENTÁRIOS!!!
Absurtos, vida inteligente, na madrugada!
haha
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sabe aquela vontade sobrenatural de mandar tudo pra puta-que-o-pariu? de querer fazer tudo mas saber que é melhor não fazer nada? de dizer tudo mas saber que é melhor se calar? aquele desejo louco e irresistível de falar todos os palavrões possíveis (e fazer algumas combinações excentricas entre os mesmos)...de tomar um vidro inteiro de calmantes pra dormir um dia todo, ou mais? sabe aquela dia de cansar? de cansar de ser educada, de cansar de ser discreta, cansar de falar "p...", "vtnc", "fdp", cansada de ser sempre tão sutil, ou sempre tão idiota, ou sempre tão sincera, ou sempre tão confusa...cansada de dizer que não tem motivo pra estar de saco cheio, de dizer que não sabe porque, mas está com vontade de dar um tiro no pé - porque você sabe - de dar um grito pro nada...de se jogar...então, é hoje.

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Que o terceiro ano foi difícil, ninguém pode negar! Mas ele teria sido bem pior se não fosse a companhia delas! É...Não é lesbianismo não tá! Mas se não fossem elas... Perante as dificuldades a Alyne começou a ensinar exatas, a Luana e a Layla ajudavam com português, e a Adri ajudava com a bagunça(ela tinha que ajudar em alguma coisa e já que não tínhamos aulas de japonês na classe então ela optou pela bagunça mesmo)...Uma ajudando a outra a sobreviver, e isso não só em relação ao colégio. Mas em tudo MESMO! Crises familiares, amorosas, crises crises crises...Se uma garota já tem várias, imagina quatro, juntas num curto período de tempo?! Deu nisso, uma amizade que durou e durará muito ainda...mesmo que uma vá morar em Curitiba, e que as outras três não estudarão mais juntas! Ainda há muitos obstáculos para superar, muitos castelos a construir, e muros pra destruir, muitas risadas pra dar, conselhos pra pedir. Eu quero que dure, e tenho certeza que vai durar...Porque não há nada nesse mundo que NÓS não persistimos, e há sempre alguém que ME faz querer persistir!

P.S: "Se não fosse vc num teria inspiração nenhuma!" ETA.
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Navegou sobre as antigas geleiras do Pólo Norte e afundou ao ter batido no último iceberg que ali havia.Quando acordou, olhou ao seu redor e percebeu haver caído num buraco a milhas de profundidade, pois estava
coberto de algas. Andando nesse buraco, a quem chamou de caverna, observou, em suas paredes, diversas formas
de desenhos, como grandes animais que lhe pareceram dinossauros, figuras geométricas em cubo e tetraedro,
hierógrifos, ossos, tumbas, papéis com mais escritas indecifráveis. Nos diversos buracos, feitos na parede,
vários caminhos como se fossem um labirinto, teto de algas sem nenhuma abertura aparecente, apenas um
minúsculo foco de luz emanado das algas. Já em seu solo de algas, assim como sua parede, sentiu e mexeu
em restos de ossos espalhados, comidas das quais experimentou, tumbas quebradas, ataduras amarelas, roupas
em pedaços, espinho que poderia ter sido de algum peixe. Desse conjunto, chamou-lhe a atenção: sobre algas
, avistou um grande papel numa embalagem plástica. Leu-o e descobriui a misteriosa razão pela qual se encontrava
ali. Conclui, por meio desse papel assinado por Deus, que ele - governante da mais poderosa nação - era o responsável
por trazer de volta não só a espécie humana, mas tudo o que seu egoísmo e iresponsabilidade destruíra.
Adri
morri e fui pro céu mas, só se ele estiver lá! uuuuu muá ;*
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Grávida. Elas estão grávidas. Eu faaleei!! Eu te diise!! ~Aiih, ela vai perder o fetoo!!! Chame os bombeiros para fazerem os primeiros socorros.Não, não. Chamem os Médicos! Médicos, eles salvam! Ô se salvam! Bem, pelo menos, foi o que me disseram.Mas agora sossegaram, disseram que o tamanho as deixaram aliviadas. Peraí, tamanho?! Uma disse que são 19cm, nas a outra confirmou em 29...VINTE E NOVE?!?!?! ...Ahh...ô_o...ah...ah...Bem...err...mas aih ela disse "Isso dóii!"...estou começando a desconfiar...

Sake...Acho que foi isso que deixou elas assim.É deve ter sido isso!
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Caso: Você está em São Paulo, em meio aos terríveis momentos de enchentes que normalmente ocorrem na cidade em épocas de chuvas mais intensas.
Você é um repórter fotográfico que trabalha para a maior agência de notícias do mundo, e está desesperado em meio ao caos e tirando as fotos mais impactantes.A água cobre a principal via de trânsito e envolve pessoas e veículos. De repente, em meio aos caos, você vê num Jeep o Lula, o Renan Calheiros, o José Dirceu e a Marta.
Eles lutam desesperadamente para não serem arrastados pela correnteza, que segue direto para um enorme buraco que a tudo engole, entrelama, lixo e pedras.
E eles estão sendo arrastados inexoravelmente.
Você tem a oportunidade única de resgatá-los, mas tem também a oportunidade única de tirar uma fotografia jornalística, seguramente ganhadora do Prêmio Pulitzer, que te faria famoso no mundo inteiro, ao mostrar o flagrante inédito da morte de tão famosos políticos. Não dá para titubear e nem fazer as duas coisas: salvar e fotografar.

PERGUNTA:
Baseado em seus princípios éticos e morais e na fraternidade e solidariedade humanas, responda sinceramente: Você faria a foto em preto e branco ou colorida?
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Cansada de usar o mesmo e sem graça resolvi comprar outro. Fui a uma loja próxima da minha casa e escolhi qualquer um, pois estava com pressa. A primeira impressão confesso que não me agradou, mas continuei com ele, mesmo assim. Ele era branquinho como uma nuvem, fofinho como um urso de pelúcia, pequeninho como um bebê, vestia sempre branco, rosto e cabelo não tinha.
Após um mês com ele descobri, sem querer, a coisa mais fantástica desse mundo: um objeto falando! Minutos depois de ter levado esse susto, resolvi conversar com ele. Descobri que ele era como nós, sere humanos: chorava, ria, só não andava.
Não demoroou muito e nos tornamos melhores amigos. Apesar de todos me chamarem de louca eu o adorava. Até quando eu estava triste e chorando, ele expressava seu mais puro e verdadeiro sentimento: a amizade.
Tinha tanto conhecimento que até me espantava.
Gostava de assistir televisão, principalmente de ver novelas, e adorava escutar Rolling Stones, mas odiava quando eu assistia Gilmore Girls, dizia que era programa infantil para mim, uma moça de 20 anos.
Mesmo com meus defeitos, ele me amava e eu o amava. Era um sentimento de completa paixão, do tipo que não admite falsidade ou traição.
Pena que não durou muito, pois o roubaram quando assaltaram minha casa.
Só espero que quem esteja com ele o ame e lhe dê carinho como o fiz.
Sinto uma falta enorme desse meu travesseiro, tanto que hoje não durmo tranqüilo, não o tendo ao meu lado.
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eu protesto contra a adri. siiim sim sim, protesto com toda a força e vigor, em corpo, alma e coração contra a desumana, inexorável, sanguinolenta e pungente Adriana Rocha Felício. o caso foi que, na data registrada como 10 de fevereiro de 2008, recebo uma ligação da vítima, Alyne Silveira, cuja devidamente retornada acusou insensiblidade da arguida. Me respondam, Senhoras e Senhores, me digam se as regras de um bom anfitrião, não são, principalmente delimitadas à uma outra, básica e lógica: "Convidou tem que arcar". A menina Alyne, obviamente, não telefonou-me para objetivar qualquer delação - pelo contrário, contatou-me para algum convite interessante e desinteressado; entretanto, diante de minhas perguntas insistentes e indelicadas quanto ao local de onde ligara, sentiu-se, evidentemente, incumbida a responder que, como eu desejava ardentemente, que não, ela não estava no Balneário Rincão. Mais uma vez, indelicada e sistematicamente, questionei-lhe o motivo da atroz situação, e, mais uma vez, educada, e sinceramente, ouvi-lhe contar sobre o fato de ter, ao chegar no lugar - anteriormente já citado - telefonado pra ré, para avisar-lhe sobre sua tão esperada vinda, e, mofina e inconsolavemente ouvir que não seria possível efetivar seu abrigo no que, dizem alguns, ser uma praia; devido à uma contestação lamentável: a ré encontrava-se descansada em algum lugar, o que lhe impossibilitaria de receber e hospedar a convidada em seu lar litorâneo.
Com a palavra, Vossa Excelência, Sr. Promotor.




A julgar.
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pombas! por que ninguém se identifica?
droga!
Adri
oi, quer tc?
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¬¬
eu
Adri
codinome: Jussara
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eeii quem postou essa do guaxinim?
Adri
mataram meu guaxinim pensando que era uma lagartixa!



aih!



*kuso = merda
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O dia estava impecavelmente lindo, e fatidicamente tedioso. Todo nosso querer era resumido em passar poucas e suficientes horas de suspeitas alegrias depois de uma noite tipicamente patética, e, logicamente, acompanhada de boas doses de licor. Tinham sido seis ao todo, seis. Conservados com conversas do tipo: “nãão cara! Tu tem que falar com ele, vai que ele surpreenda, vai que...” ou “não, tem muito o que acontecer, ele ta a fim sim, ele ta a fim”...como se disséssemos, enquanto uma à outra, à nós mesmas sobre nossas perdidas- ou não- ilusões. Toda essa novela para contemplar as dores exaustivas nos joelhos após longínquas caminhadas sem rumo em uma praia momentaneamente deserta, abandonada pelo público mais conveniente à nós. Uma praia fria, sem sol, sem o azul do mar ou do céu...mas com alguém. Alguém com quem foi possível dar boas risadas, e quase crises de choro...ambas oriundas de uma certa...ãn...indisponibilidade alheia de afeto. Mas deixemos esse pra lá...4 de fevereiro, sim, haveria uma festa...a qual tínhamos dois propósitos: alterar a nós próprias metabolicamente, por meio de processos químicos amplamente complexos [hehe], e dançar até o horário combinado pra ir embora - afinal, o terceiro item, de certa forma essencial para o nosso momento emocional, foi cruel e sumariamente eliminado depois que soubemos que a festa anterior tinha sido um desastre em público. Surpresa. Casa cheia...apenas "gases nobres" – com certas e desprezíveis exceções. Então foram doze, dose drinques rigorosamente divididos a duas...em conteúdo, e força. Tudo conspirava a favor...e que santo favor! Desobrigadas a pagar pela entrada, obrigadas a cumprimentar pessoa – desejáveis, ou não-, intimadas a ver outras [bela vista!] ...e fugir de algumas [ora por necessidade incrível de não se passar por ridícula, ora pelo simples fato que não havia o que fazer diante do esforço discreto de soberania...]. Entre o desejo de curtir uma noite amigável e “romântica”, optei por aproveitar tudo tempestivamente. Surpresas, impulsos, regojizos...e sim, surpreendentes momentos. Entre uma espuma e outra, entre um beijo, bebida ou abraço qualquer fizemos daquilo que poderia ser o pior, um dos mais memoráveis carnavais entre muitos que ainda não passamos. Não importou algum egoísmo escancaradamente peculiar, sem necessariamente intuito de maldade; no fim, apenas um frio surreal compensado por uma visão alucinante do céu estrelado, emissor de luzes que faziam-nos pensar poder tocá-las. E quem vai dizer que não as toquei?







ps.: hoje? sim...um trapo.
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Bom, então eu entro, pra, mais uma vez, postar qualquer coisa desconexa.
Sim, estou ciente e quero continuar. Quem não iria querer?
São as fraquezas humanas. Hipocrisias...malditas. Gary Spargo já dizia "quem tem o dinheiro tem o poder", e Cris Conner repetiu didaticamente: "QUEM TEM O DINHEIRO TEM O PODER, QUEM TEM O DINHEIRO TEM O PODER...QUEM TEM O DINHEIRO, TEM O PODER".
Quanto mais conheço as pessoas, mais gosto do meu violão.
Eu penso em desistir: não desejo continuar. Aí eles me mostram uma página pra eu criar meu próprio endereço, onde colocarei coisas dóceis e fofas para que todos possam ler e chorar...e deu, como o mundo é perfeito e as pessoas são felizes? Faça você mesmo...e bla-bla-bla. Grande merda! A verdade, amigos, a verdade é a que vos digo...as luminárias jamais serão marrons, e os rinocerontes jamais serão os mesmos. ùú
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eu andaria pelada :D
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4:17 da manhã, resolvo que está na hora de depressivos irem pra cama. E decido não depois de uma sessão de tortura no psicanalista, ou de uma transa loucamente obstinada por um pouco de afeto. Não...não por causa de uma bebedeira inconsequente em uma festa ou boteco qualquer. Resolvo por um motivo suavemente patético: depois de praticamente um dia todo no computador, ouvindo Regina Spektor e afins; depois de fazer um bolo de chocolate lá por uma da madrugada, arroz pro almoço, e calda pro bolo; depois de ouvir cinco vezes as mesmas quatro músicas do Dave Matthews, lendo todas as traduções; depois de editar todo meu álbum com legendas do tipo "learning loving somebody don't make them love you...", bom, eu percebo que o tempo não é só uma melodia, e que não somos apenas lendas perdidas num oceano de incoerências. Não saber o que fazer com as respostas às perguntas erradas, ou querer coisas apenas poeticamente alcançaveis está intensamente projetado pra nos ser peculiar, e duvidosamente pitoresco. Deixo de ser aquela criança inteligente que não ocupava-se com garotos além de de duas horas por festa, pra ser aquela que - mesmo que por alguns momentos - só pensa neles, ou em um deles especificamente. Não sou mais quem ridicularizava dúvidas fúteis - pois não as cultivava- pra ser só mais uma, simples, e trouxa mulher. Não adianta a compreensão de certas coisas se elas se transformam constantemente em ferramentas de iludidas esperanças meio a tantas ociosidades, confortavelmente melancólicas, que assolam o universo ridiculamente doce das mentes femininas. Prova disso: eu tenho dezessete anos e estou me sentindo uma personagem de "Sex And The City" fazendo análises desprezíveis sobre o ridículo de ser mulher, e, assim, tornando-me cem vezes mais rídicula que aquelas que estão sendo postas na bandeja como exemplos. Eu, Luana, aconchegadamente acomodada em minha cadeira de três rodinhas, acolhida solidariamente por minhas calças e camisetas velhas de agasalhos antigos, observando, quase que literariamente, a chuva, pergunto às gotas que escorrerem pelo espaço esguio das janelas: afinal, porque cargas d'água chove tanto, e ninguém vem?




ouvindo: head over feet- alanis m.

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O Douglas descobriu sobre o uso das minhas cuecas! E eu vim aqui pra saber quem contou. Quem contou ao Douglas que eu usava cuecas?! Eu pedi pra não contarem! Eu pedi! Traidoras!

Que caralhos saltitantes duplos enfernizem seus sonhos, e que bocetas envernizadas puxem seus pés! ùú




ps.: para os desinformados e depravados, esse post não contém nenhum conteúdo pornográfico. maliciosos malditos! morram! morram!
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"Meus queridos, vou fazer um post a pedido do meu amigo Luxgor. Muito prazer, me chamo Edward, sou uma criação do grandessíssimo Luxgor, Eduardo, Ninja... ou como preferirem chamá-lo.
Sou um personagem, um ficção, algo que existe no abstrato, em um mundo alternativo... Tenho como a maioria, MSN, perfil no Orkut, uma forma..
Mas vim com um único propósito, falar sobre Mentiras e Traições.. Assunto meticuloso, difícil de falar.. as vezes constrangedor, não acham? Pois bem, vou tentar por em pauta minhas observações a respeito disso..
O que eu vejo a respeito dos namoros, casamentos, casamentos ou qualquer outro relacionamento que possamos dizer, "fixos"?
Bom, ao meu ver, quando nos pré-dispomos a permanecer com uma única pessoa, ou seja, passar do estado de solteiro para o de compromissado, devemos nos pré-dispor a respeitar, evitar assuntos, atitudes e posturas que possam comprometer este relacionamento..
Como disse, quando nos pré-dispomos!!
Ou seja, há um envolvimento, sentimento..há algo mais forte!
Tanto ru, como o meu criador.. odiamos traições.. Imaginem, eu como personagem, já fui traído! Incrível, mas todos passamos por estas situações.. talvez cometemos este erro, ou somos vítimas do erro alheio.. Mas o que nos faz cometer o mesmo erro consecutivamente?
Simplismente.. FALTA DE CARÁTER!!
Passarei para Mentiras.. é fantástico como a mente humana é capaz de criar tantas ilusões, tantas desculpas esfarrapadas..
Como uma situação que pode causar complicações para a "fama" de uma pessoa, as vezes é facilmente contornada por mentiras..
Falo sobre mim.. sou uma mentira.. Eduardo criou-me para que pudesse jogar, chegar próximo do sonho dele.. Quem conhece o meu perfil, sabe que sou um vampiro e faço parte de um jogo de RPG on line.. por isso fui criado, além do fato de que isso distrai ele.. além do fato que o meu criador pode usar através de mim.. tudo o que ele sabe e o que ele vem aprendendo.. Caso prestem atenção no meu modo de escrever perceberão isso..
Mas não fujamos ao assunto, mentira, o ato de mentir, de inventar para sobressair-se.. é algo antigo, inerente ao ser humano.. mas assim como Traição, há pessoas que insistem no mesmo erro.. o que me enjoa.. me causa repulsa!
Meu âmago fica totalmente deteriorado!
Concluindo.. Trair e mentir.. é repulsivo.. ainda mais quando depois.. ainda querem ser vistos como pessoas corretas.. E ainda pior.. que para serem vistos como tal, causam transtornos para a vida alheia..
Existe um ditado antigo: "A mentira tem perna curta.."
Garanto que um dia cai por terra!"

Escrito por Luxgor.

"e assim caminha a humanidade, com passos de formiga e sem vontade" - Lulu santos.


Daltonismo postou
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A imagem da esquerda - Che Morreu de pé - é da matéria da revista CartaCapital, edição de 17.10.2007. Não existe uma tentativa, como a da revista Veja - 03.10.2007 - , de destruir um bem simbólico importante para os movimentos sociais de toda a América Latina. Na semana que Veja circulou foi escrito: A extrema direita troglodita existe, sim. Luta de classes existe, sim. Não queremos democratizar porra nenhuma. Queremos implodir com a mídia corporativa. Vamos construir uma Al-Qaeda, uma grande rede contra a imbecilidade. A CIA se cagava de medo, quando o assunto era o comandante. Não podemos permitir que a direita destrua um “bem simbólico” da máxima importância para os movimentos sociais. Esta fúria é mais uma prova de que existe uma disputa em torno destes bens. Com maior fúria temos que trabalhar pela destruição da direita, troglodita.

"O pior analfabeto é o analfabeto político. Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos. Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio dependem das decisões políticas. O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política. Não sabe o imbecil que da sua ignorância política nasce a prostituta, o menor abandonado, e o pior de todos os bandidos que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo." Bertolt Brecht "
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que
Quantos "recreios" passamos as 4 juntas...discutindo sobre Che, Fidel, Socialismo x Capitalismo, cotas, Rede Globo, Lula...pô, conversas que deveriam ter sido gravadas. Lembra daquela vez que nós saímos para comemorar meu aniversário? As 4! E vocês fizeram uma surpresa com o meu presente? E o cartão? Ah cara inesquecível...tentaram decorar ele com cola colorida...mas fecharam antes da cola secar! Ficou uma meleca! Bom então, depois do passeio super divertido nós fomos à casa da Luana, e lá ficamos na internet, a Lu mostrou um guri numa comunidade: "Rede Globo Manipuladora" que defendia a emissora com unhas e dentes...daí nós fizemos alguns "recadinhos amigáveis" para ele! Será que ele nunca ficou sabendo das coisas que a Globo fez ao decorrer de sua história? É acho que não, provavelmente andava muito ocupado assistindo BBB8 ( está imperdível! ahuahauhau, idiota! ). Numa outra vez, estávamos Luana e eu, na sua casa de praia...eram quase duas horas da madrugada, e nós duas ficamos conversando muito sobre alguns problemas do Brasil, sobre o que nós poderíamos fazer afim de acabar com certas injustiças...Enfim, fomos dormir mais revoltadas do que nunca...hahuah...uma das frases ditas naquela noite" Meu, eu acho que nasci na época errada, nossa época é a da revolução da tecnologia! Eu odeio isso!". Revolução da tecnologia? É, a época da supremacia dos ricos e da ignorância dos pobres (ou seria inércia dos pobres?)! É irritante ter idéias, mas não ter meios de pô-las em prática! O jeito é conversar com uma amiga aqui...outro garoto lá...unindo idéias (quem sabe, forças?). Como dizia Che: "Os poderosos podem matar uma, duas, ou até três rosas. Mas jamais poderão deter a primavera!". Só para fechar com chave de ouro: "O socialismo não é uma sociedade beneficente, não é um regime utópico, baseado na bondade do homem como homem. O socialismo é um regime a que se chega históricamente e que tem por base a socialização dos bens fundamentais de produção e a distribuição equitativa de todas as riquezas da sociedade, numa situação de produção social. Isto é, a produção criada pelo capitalismo: as grandes fábricas, a grande pecuária capitalista, a grande agricultura capitalista, os locais onde o trabalho humano era feito em comunidade, em sociedade; mas naquela época o aproveitamento do fruto do trabalho era feito individualmente, pela classe exploradora, pelos proprietários jurídicos dos bens de produção." Che Guevara
p.s: foto(da esquerda para direita) Luana Adriana e Alyne(eu!)...
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"Aquela pelota amarelaou branca que se forma no canto dos olhos quando acordamos é uma espécie de sobra das lágrimas. Essencial para a lubrificação dos olhos, a lágrima é formada por três componentes: uma camada de muco, que aprisiona partículas de poeira; uma capada líquida, que fornece sal, proteínas e outros componentes importantes para a saúde da córnea; e uma camada gordurosa, mais externa, que ajuda a prevenir a evaporação da lágrima na superfície do olho. À noite, nossas glândulas lacrimais reduzem a produção da parte aquosa da lágrima. O ressecamento dessa meleca dá origem à remela- ou ramela, as duas formas estão certas. Ela não é sinal de problemas, mas se a produção for excessiva e esverdeada, pode estar rolando uma infecção"


Muito importante!
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mas eu juro que não sabia!
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Hoje eu entrei com um mandato de cassação conta o garoto Leonardo; ele roubou meu ursinho de pelúcia rosa, e fugiu com ele no meu patinete. Após o seqüestro seguido de roubo, declarou inocência e exigiu seus advogados. Mas estes informaram que não poderiam defendê-los pois tinham que fazer rosquinhas pro café da tarde. Mais tarde, Leonardo confessou resquicios de sua peculiar marginalidade ao admitir que ouvia 50cent, e que sentia-se rico e poderoso quando o fazia. Eu ainda acho que seu desodorante é vencido. Falando em comida, a Adri comeu meus biscoitos, e deu falso testemunho dizendo que quem os comeu foi o cachorro. O que seria impossível, já que ele está hospitalizado por ingerir doses excessivas de OMO com ração para gatos. A Tracey deu um pé na bunda do Mutley, porque ele falava coisas em inglês que ela não entendia, e disse que pra ela não faz diferença mesmo, ela nunca gostou dele, só aceitou ser sua namorada quando soube que ele tinha uma poupança de três bilhões de euros na Suiça, e...hmm...19cm. Essa parte não entendi, apenas estou repassando o aviso.
Ah! Descobri a origem das remelas, e levantei importantes informações sobre os presuntos.

FOTO: bom, temos aí um retrato de nosso magnânimo Balneário Rincão, carinhosamente apelidado de Roncão

LuanaConti

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Ai que emoção, aqui vai minha Primeira contribuição ( hauha cacofonia ..a frase rimou ¬¬)! Não sei se posso chamar de contribuição, pois sendo conhecida como "a apaixonadinha por física e matemática!" aviso que não esperem muito! Letras ..não me dou bem com elas! Bom, depois dessa descrição ninguém tem dúvida de que é Alyne quem está fazendo esse post..mas deixo aqui meu nome só para desencargo de consciência! Então, em uma breve explicação sobre a frase "as pessoas ficariam mais bonitas sem orelhas", tenho que dar os créditos à ilustríssima Adriana... autora dessa frase...da onde ela tirou isso? Bom realmente não sei ..só sei que estávamos Adriana Luana e Eu sentadas conversando, e a Laiz que estava com o cachorro de sua tia no colo, começou a puxar as orelhas dele para trás...quando eu vi...adorei, ele ficou muito lindinho sem orelhas...e comentei. Foi quando Adriana nos olhou séria e disse a tão famosa frase! Na hora nem imaginávamos que um momento tão simplório...iria ficar guardado em nossas mentes (ou melhor em nossos históricos/ blog). Então, o inimaginável aconteceu! Parabéns Adriana! [clap clap clap] Continuando a história da "LUNA" Daí nós entramos no jogo...os caras foram bem simpáticos né?! heheh E ah, não sei como, num momento do jogo, tirei a bola de um garoto e fiz um gol (bem sofrido), foi muito bom! No próximo post conto mais detalhes sobre esse tal garoto!




p.s: uma fotinho tirada pela adri ( ela e a layla estavam sentadas observando a luana e eu jogar com os "caras simpáticos" eu sou a de verde e a luana a de preto! )


"Isso é tudo pessoal!"
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hááá velhááá, lembram? o doido do Tiago atrás, celular jogado, mil e quinhentas chamadas não antendidas, mousse, brigadeiro, sujeira, refri, futebol, mercado...que nem adultinhas
petelecos... 0 viajadas | edit post
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FOTO: Luana Conti
Colaboradora: Alyne

Em homenagem à todas as coisas estranhas que nos acontecem. Ultimos eventos: porta do quarto da Layla que trancou sozinha, porta da garagem da casa da Luana que bateu, quando ela havia fechado, CPU da Luana (eu) que desligou misteriosamente.
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"para o intelectual John Mcworther, o maior problema dos negros americanos não é o racismo, mas o costume de se achar vítima dos brancos. foi chamado de "traidor da própria raça" e de "negro de aluguel". Ele diz que é necessário, para uma sociedade evoluir, cada um ajudar a si mesmo e aos outros, os negros na verdade, sabem disso, sabem que se vitimizam, dizem isso pra si o tempo inteiro. Mas, em público, quando há um branco por perto, se fazem de vítimas, a falar sobre como a sociedade tem uma dívida, como o racismo é sutil, mas ainda está lá." - Super Interessante, Ed. 249 (fev.2008)


E a gente falando disso ontem oO
coisas estranhas acontecem.


LuanaConti
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não estão vendo, né?

FOTO: 27 de Janeiro; verão 2008.



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É, tá errada.Quando eu tinha um blog, sim eu tinha, na verdade tenho, só que não posto.Mentira.Postei algumas vezes, as primeiras postagens foram para dizer que a hora tava errada, e que eu tava ali só para testar. Depois eu postei uma ou duas vezes num momento não lá muito bom, assim eu tinha brigado com meu namorado.Tá, mentira.Eu não tenho namorado. Mas eu tenho um cachorro \o/. Tá, isso também é mentira. Bem, eu deletaria o blog que está totalmente em desuso, ainda mais agora que tem esse, que eu tenho certeza que outras pessoas irão ler XD. Já que, ele é compartilhado @_@~. Bem, eu gosto de escrever, tenho até idéias(com o acordo ortográfico seria/será ideias.) só tenho um 'pequeno' problema de não saber colocá-las no papel, de forma bonita, é claro.Ah, quando surgem as 'idéias' elas ficam bem colocadas na minha mente[?], mas como eu teria que escrever para outras pessoas lerem, eu vejo uma nuvem e as esqueço.(Na última vez eu vi foi um menino - não, ele não era bonito, quer dizer, não lembro. Acho que não tenho memória fotogênica)
Mas eu só queria ajuda para deletar meu blog... o_o

Agora, eu queria botar um versinho, se chama:

Lei de Murphy (para alguns: Lady Murphy - mas aí seria um versinho para Homens) Para Mulheres
  • Homens legais são feios.
  • Homens bonitos não são legais.
  • Homens bonitos e legais são gays.
  • Homens bonitos, legais e heteros estão casados.
  • Homens não tão bonitos, mas legais, não têm dinheiro.
  • Homens não tão bonitos, mas legais e com dinheiro, acham que as mulheres estão atrás do dinheiro deles.
  • Homens bonitos e sem dinheiro estão de olho no dinheiro delas.
  • Homens bonitos, não tão legais e razoavelmente heteros não te acham bonitas o bastante.
  • Homens que te acham bonitas, que são razoavelmente legais e têm dinheiro são uns galinhas.
  • Homens que são razoavelmente bonitos, razoavelmente legais e têm algum dinheiro são tímidos e nunca tomam a iniciativa.
  • Homens que nunca tomam a iniciativa, perdem o interesse, automaticamente, quando nós tomamos a iniciativa.

Tá, aproveitei para usufruir das opções de texto do blog 8D

Aqui quem fala 'tsss' é a Adri 'tsss'. Câmbio 'tss'. Desligo.

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um

dois

três
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Bom, primeiramente gostaria de dizer que o nome da minha irmã é com "Z" (zê). Coitada. Não que ela tenha algum complexo com isso, mas é sempre bom lembrar, é como se escrevessem meu nome "Luãna". Mudando de assunto, a minha desculpa pra não colocar em detalhes o que rolou nesse final de semana na praia, é simples e peculiar: esquecimento. Tenho um sério problema, costumo não lembrar das coisas. Mas em síntese: estávamos eu, Layla, e Adri na praia, mas a Adri não mora por perto, então fizemos (eu e Layla) uma breve viagem ciclistica até lá. A Adri tá sem bicicleta, então nós a trouxemos (ou melhor, a Layla) no cano da bicicleta, isso se repetiu no dia seguinte...nesse meio tempo, ocorreram três tombos espetaculares, e poderia ter acontecido dois boletins de ocorrência- já que eu quase arraquei o espelhinho do carro, e um carro quase atropelou a bicicleta vizinha, ocupada pelas outras duas companheiras de viagem. Na sexta, eu e Layla havíamos marcado de ir num barzinho à noite - já que, por razão de sua indecisão, Adriana resolveu ficar em casa - e nessa mesma sexta, a Layla foi, já de noite, na minha casa, pra de lá irmos pra casa dela, pra de lá irmos ao local objetivado. Logo que ela chegou, percebi que seu metabolismo estava delicadamente alterado, o que renderam boas risadas. Poisé...como podem imaginar, ela bebeu. MUITO. Bebeu tanto a ponto de cumprimentar homens e mulheres, apresentando não só ela, como eu. Digamos que ela tornou-se conhecida naquela noite. No dia seguinte (sábado) tudo que ela disse é que precisava pedir desculpas a uma pessoa. Lá chegando, EU tive que chamar a pessoa, EU tive que dizer: escuta, tem alguem que quer se desculpar. E esse foi o pedido de desculpas da Layla. Acabou que fomos três vezes no mesmo lugar, pra ela fazer NADA. Depois encontramos a Alyne, que tinha chegado por ali, no mesmo bar do dia anterior (em que tive que cuidar da senhorita Layla). Eu estava um pouco cansada, e elas jogaram taco com minha irmã. Depois caminhamos, e fomos nas dunas bater fotos, aí tinham dois caras que começaram a conversar conosco (bastante interessantes por sinal, MUITO interessantes) que falaram qualquer coisa, depois surgiu mais um...e mais outro...Hmm.
"- Vamos namorar?! Volta!". Mais tarde sentamos nas dunas, e, ao ver um grupo jogar futebol, nos convidamos. Jogamos bastante não é?! Tá...que tanta coisa. A Alyne vai continuar.
né Alyne?! E complementar o que for necessário. xD


então...tá. Tchau.
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É pra escrever o quê? Quer dizer, contar como foi o dia, o que nós fizemos hoje?! Não, não como diários, mas sim como...como uma amiga conta para outra o que fez no fim de semana. Bem, amigas nós somos. Eu posso usar carinhas aqui?! - a Luana disse que tem que reler tudo para ficar bonito, sem erros - isso seria eu não usar as minhas carinhas?! Quer dizer (de novo) eu acho que cada um tem que escrever sem perder a identidade, não é?! Não que fosse a melhor coisa do mundo usar as carinhas, mas daqui a 10 aos eu gostaria de saber o quão eu era feliz, não que daqui a 10 anos eu passe a ser triste ou rabungenta mas...tá. Tá é ficando muito emo esse texto, não resisto vou ter que usar o xisdê e o oitodêmaiúsculo. ú_u Eu sou assim, fazer o quê? 8D
Depois da primeira postagem com um belo texto, vem a Adriana escrevendo bobagens, cheia de carinhas animescas XDD
Eu tenho que me apresentar?! o.o'
Alyne viu o tamanho do texto? "ooorra!". Tadinha, deve tá achando que é altos textos filosóficos, ou contando como foi o findEEE, ah não tô com paciência pra contar tuuuuuuudo que teve no final de semana, mas só adiantado que eu e a Alyne ganhamos no taco contra Layla e Laís(irmã da Luana) \o/ Iiiirraaa
Ah, agora como sempre, eu fugindo do assunto ú_u. Era pra se apresentar?! 8D
O Blog é só nosso, quem quer ler, que leia. Então eu não me apresento?! ô_o. Uma coisa que eu acho legal é, além de falar de nós mesmas (egocentrismo seria a palavra XD), é saber como somos vistos pelos outros (No caso desse texto, sou uma pessoa super emo >D).
Tá, eu sou a Adriana. ú_u (não sei o que eu digo, posso pedir ajuda pros universitários?! x_x)
huehueauhh - tá, desisto. Cansei de Ser Emo (Alguém aí lembrou daquela banda chamada Cansei de Ser Sexy? E o que isso tem a ver?! Também não sei o.o)
huauahauha Por isso que somos Autistas, algumas por opção, outras... Bem,vou indo XD

NÃO, não sou emo! huahahhhhua (É do que a Luana ou a Alyne iriam me chamar >D).
Tchau!\o/
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"Para que eu possa um dia contemplar-te dominadora, em férvido transporte, direi que és bela e pura em toda parte, por maior risco em que essa audácia importe. E que eu por ti, se torturado for, possa feliz, indiferente à dor, morrer sorrindo a murmurar teu nome." - CarlosMarighella
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