
eu protesto contra a adri. siiim sim sim, protesto com toda a força e vigor, em corpo, alma e coração contra a desumana, inexorável, sanguinolenta e pungente Adriana Rocha Felício. o caso foi que, na data registrada como 10 de fevereiro de 2008, recebo uma ligação da vítima, Alyne Silveira, cuja devidamente retornada acusou insensiblidade da arguida. Me respondam, Senhoras e Senhores, me digam se as regras de um bom anfitrião, não são, principalmente delimitadas à uma outra, básica e lógica: "Convidou tem que arcar". A menina Alyne, obviamente, não telefonou-me para objetivar qualquer delação - pelo contrário, contatou-me para algum convite interessante e desinteressado; entretanto, diante de minhas perguntas insistentes e indelicadas quanto ao local de onde ligara, sentiu-se, evidentemente, incumbida a responder que, como eu desejava ardentemente, que não, ela não estava no Balneário Rincão. Mais uma vez, indelicada e sistematicamente, questionei-lhe o motivo da atroz situação, e, mais uma vez, educada, e sinceramente, ouvi-lhe contar sobre o fato de ter, ao chegar no lugar - anteriormente já citado - telefonado pra ré, para avisar-lhe sobre sua tão esperada vinda, e, mofina e inconsolavemente ouvir que não seria possível efetivar seu abrigo no que, dizem alguns, ser uma praia; devido à uma contestação lamentável: a ré encontrava-se descansada em algum lugar, o que lhe impossibilitaria de receber e hospedar a convidada em seu lar litorâneo.
Com a palavra, Vossa Excelência, Sr. Promotor.
A julgar.

