autistas por opção

Num reino nada nada deveras distante, e nada-nada reino, que mais parecia um vilarejo ou uma cidadela qualquer, e que fica próximo de qualquer coisa que pudermos imaginar (que geralmente é bem próxima), moravam muitas famílias, como moram muitas famílias em muitos lugares – inclusive naqueles que nossa imaginação nem consegue alcançar ou saber da existência.

Esse lugar – do qual já não me atrevo a detalhar, descrever, e/ou caracterizar – era feito de um montão de casinhas amontoadas lado a lado. Mas esse lugar-sem-descrição tinha uma coisinha de diferente de todos os lugares que você pensou. 

Havia algo de especial, um diferencial em relação a todos os outros lugares. 

Porque foi esse o lugar escolhido (não me pergunte por que) por crianças e pessoas muito, muito, muito dignas, especiais, e inteiramente importantes, com uma peculiaridade específica. 

Não sei se conto...porque você vai rir se eu disser. Talvez nem acredite. Mas a verdade é que...eram crianças com pé de esponja. Isso, pé de esponja. Esponja. Luffa. Esqueleto de porifera tratado, para comercialização. Feitas de esponjina. Curcubitáceas. Chame como quiser, imagine a que melhor lhe apraz. Não se afete pela influência da minha esponja mental, é só para ilustrar. Enfim. Crianças pés de esponja se alojavam, em sua maioria, neste lugar. 






Bem, e por mais que fosse um lugar digno, e bonito, e bom, e mimimi; muitas delas, é bem verdade, sofriam muito com as risadas das outras crianças – já que seus pés eram diferente de todos os outros que aquelas crianças de pés comuns já tinham visto. Portanto, sendo a minoria, é claro que os pés de esponja eram os pés errados e defeituosos. E que seus pés, por mais estranhos, e sujos, e tortos que fossem, eram os pés certos e saudáveis.

Os pais das crianças ou tinham que fingir ter pés normais, ou aceitar serem eternamente alvo de piada e engolirem tudo sem reclamar, ou então exibiam orgulhosamente seus pés e faziam questão de mostrar o que eram, porque reconheciam a importância de cada um, inclusive de si mesmos, independente de que eram feito seus pés – estes eram simplesmente ignorados, e muitos achavam que eram loucos, por insistirem em exibir seus pés de esponja, forçando os civis normais a verem aquela monstruosidade.

No entanto, em algum momento, os pés de espoja a mostra começaram a incomodar terrivelmente algumas pessoas que não gostavam de seus próprios pés. Assim, com medo de que todos descobrissem a feiura destes próprios pés, preferiam apontar a suposta feiura dos Pés de Esponja.

Algumas dessas pessoas tinham pés, digo, cargos, sujos importantíssimos na cidade. E não pensaram duas vezes ao usá-los (os pés também) num MAPE (Movimento Anti Pé de Esponja. 

Em pouco tempo, o que se via, eram civis de todos os tipos – com ou sem pé de esponja – assustados. As polícias (do MAPE e a PC, Polícia Comum) entravam nas casas para revistar os pés. As meias, os sapatos, o chão. E até as paredes. Tudo para farejar um possível Pé de Esponja e persegui-lo até obrigá-lo a usar um pé normal que tinham inventado, ou botá-los para correr com seus pés macios.

Pouco a pouco, essas pessoas de pés comuns muito feios (vamos chamá-las, daqui para frente, de...Pecomumf) começaram a querer criar intriga entre os civis de Pés Comuns, e os Pés de Esponja. Isso até durou algum tempo, mas nem mesmo os Pés Comuns que antes zombavam dos Pés de Esponja, gostaram daquilo. E se sentiram até arrependidos de ter agido daquela forma durante tanto tempo.

Todos somos assim, iguais em sermos únicos. E absolutamente nada deve restringir nossa passagem por conta disso. Todos podem seguir em frente somente se ninguém resolver parar no meio do caminho.


Bom, a verdade é que os civis passaram a se unir, com o objetivo de proteger os Pés de Esponja; em troca, as crianças de Pés Comuns ouviam as histórias e estórias dos Pés de Esponja e Pés Comum, a fim de mostrar que eles sempre foram amigos, e os MAPES de todas as gerações tentaram criar intriga entre eles para dominá-los e manipulá-los com menor esforço. Estórias e histórias que não eram nem feias, nem bonitas, simplesmente verdadeiras.

Neste vai e vem de pés, uma família de civis de Pés Comuns em especial, se encantou imensamente por um casal de irmãos pés-de-esponja, que haviam perdido seus pais na guerra que havia se tornado a perseguição contra os pés de espoja.

Certo dia, a casa desta família seria, seguindo a sequência, o próximo alvo de vistoria dos guardas do Esquadrão Anti-Esponja monitorado pelo MAPE. A família, então, cuidou de todos os preparativos, fazendo meias novas para os Pés de Esponja não esfriarem e ressecarem, e ficarem escondidos, evitando causar desconfiança no Esquadrão.

Quando a guarda chegou, a família já estava em riste, como era o ordenado, para recebê-los. Cada um se apresentava conforme o chefe da guarda ia mandando. Até que, no meio de uma das apresentações, o menino pé de esponja tropeçou, e um pedaço de sua esponja azul ficou à mostra.

O menino ficou sem ação. Totalmente paralisado. E a guarda já preparava as armas na direção do garoto. Imediatamente aos disparos, o menino colocou seus pés na frente do corpo, e as balas ricochetearam na esponja e voltaram para quem as havia disparado.

E a estória poderia terminar aqui, sem que pudéssemos sentir nem um pinguinho de pena, tristeza, ou vazio. Mas o menino e sua irmã Pés de Esponja ficaram terrivelmente abalados com aquela quantidade toda de sangue, e decidiram tratar dos soldados. Assim, na falta de estrutura e equipamentos, causada pela guerra, ambos cortaram um pedaço de seus pés de esponja, a fim de poderem limpar os ferimentos e evitar uma infecção.

Quando os guardas enfim se recuperaram, ficaram imensamente envergonhados de suas atitudes. Agendaram uma reunião com seus supervisores, que acataram imediatamente, e agradeceram aos garotos pés de esponja, homenageando-os publicamente na praça da cidade. 

Foi declarado, então, que nenhum civil poderia ser perseguido, hostilizado ou humilhado, qualquer fosse sua situação – pé de esponja ou não. E que qualquer atitude contrária à esta nova lei, seria retaliada de igual forma, e o agressor seria punido igualmente, independente da matéria ou cor de seu pé – ou qualquer que fosse a objeção. Essa seria a lei universal. E para atestar a veracidade da igualdade, não poderiam ser criadas quaisquer outras leis complementares, especificando, por qualquer que fosse a característica, os beneficiados da mesma. 

Assim, os pés de esponja e os pés comuns viraram somente pés, que caminharam juntos – procurando sempre seguir uma mesma direção que fosse minimamente satisfatória a todo, feliz até que alguém inventasse uma nova regra. E, a passos lentos, todos unidos, contra a hipocrisia de pseudo-políticas de igualdade, injustiça e subestimação de seua soberania; conseguiram se tornar a maior e melhor sociedade de pés, mãos, e almas do universo todinho. 

Nota: Existem, atualmente, mais de ... pés de esponja reais no mundo todo. Divididos entre aqueles incompreendidos por suas idéias, atos, e pensamentos, que nada interferem no direito alheio. Divididos entre os que precisam se esconder para não serem atingidos, e aqueles que aceitariam morrer por uma causa justa mas intrigantemente não aceita. Não me importa se mulatos, homossexuais, negros, orientais, crianças, ocidentais, mulheres, europeus, deficientes, e qualquer outra peculiaridade que conseguimos encontrar para definir-nos e separar-nos. Enquanto todos não nos unirmos, por uma causa única, verdadeiramente igual, justa, e realmente edificadora, jamais teremos êxito como seres-humanos, cidadãos, e civis. Esta é, sim, estritamente a opinião de quem escreve, e não há qualquer ressalva para o que foi aqui expresso.   
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Algumas informações aqui apresentadas podem ser avaliadas apenas como devaneios de uma mente criativa, enquanto outras possuem sua legitimidade transvestidas no imaginário de uma mente agora inquieta.

Ali encontravam-se com vinho e chocolate. Na noite anterior houve música e pegação, mas nada ao extremo, naquele momento em que se encontravam sob as cobertas, os braços dos três se entrelaçavam. “Hmm”, ouvia-se de quem estava de fora. Um beijo entre duas pessoas que não se pegavam há tempos. A terceira pessoa assistia curiosa e animada, esperando que ele voltasse a beijá-la. E voltou. “Humm”, ouvia-se mais uma vez, não sabendo a quem pertencia o gemido, se era de alguém de fora ou daquela que ficou na espera por mais um beijo. Aquele que assistia de longe havia desistido, saiu do quarto um pouco irritado por há tempos não ter encontrado alguém pra dividir uma coberta. Ali ficaram os três. Os beijos se intensificaram, e a animação também. Risadas, cochichos, e “vamos tirar isso aqui que está entre nós” ouvia-se um comentário eufêmico sobre as peças de roupas que os encobriam. Mãos percorrendo corpos alheios, a proporção estava boa: seis para três. “Há quanto tempo nos conhecemos?”, alguém fizera essa pergunta, porém a resposta pouco importava para eles, o interessante era viver o momento. Roupas jogadas, calcinhas, uma cueca. “Cadê a camisinha?”, “eu tenho”. As mãos, percorriam cada centímetro dos corpos e a cada momento os beijos ficavam mais intensos e afanados por risos e gemidos de excitação. “Ah, vocês, sério?!” alguém gritava de fora do quarto. Ali dentro ouviam-se apenas risadas. Todos desnudos e tentando consumar, de fato, o ato. Quase conseguiram, foi por pouco. Pessoas tentando entrar e aquele que deveria estar mais animado, não estava, acho que era o nervosismo. Parou-se ali. As risadas continuaram e a ideia guardava-se no imaginário de todos. O que rolou e o que não? Ninguém do quarto comentava, mas dizem que foi inesquecível.
petelecos... 0 viajadas | edit post
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Ou melhor, o primeiro CARNAFACUL, ou melhor ainda, o PRIMEIRO PORRE... a gente NUNCA ESQUECE! Gostaria que estivessem dividindo esse momento tão assustador comigo!

Meu mundo ia pra direita e pra esquerda, eu queria sentar..e de olhos fechados me via deitada no chão descansando...enquanto isso na realidade minhas amigas entravam em conflito de opiniões..."SENTA, LEVANTE, BEBE ÁGUA, NÃO TOMA MAIS NADA, COME BALA, NÃO COMA MAIS NADA" e meu mundo ia pra direita e pra esquerda e eu fechava meus olhos e elas me pediam para abri-los, abria e meu mundo ia pra direita e pra esquerda, pedia pra ligar pro meu irmão, me imaginava chorando mas a única coisa que conseguia fazer era vomitar, liga pro meu irmão, elas não ligavam e mentiam pra mim dizendo que ele estava vindo. Até que chega uma abençoada de Deus, especialista em porres, disse que eu não ia melhorar...me deita no carro e liga para meu irmão. Quando meu irmão chega dou um forte abraço, vejo o amigo dele junto e dou um abraço mais forte ainda do tipo " o ele veio me salvar... e trouxe reforço!!!" Chego em casa, ele me põe no banho, na camisola e na cama. Graças a Deus tenho um irmão mais novo, porém mais experiente...
Tal fato merece registro, e aí está!

É claro que merece uma foto (para que eu possa me envergonhar daqui alguns anos):

O que eu bebi para ficar assim: 4 goles e Jeropinga, 1 gole de Champagne, 1/2 gole de Tequila, Talvez um meio copo (pequeno) de Vodca com Sprite, Uns três goles de Energético puro (Falcon).
O que eu perdi: 9,50 para ir até o shopping customizar a camiseta, 5 reais estacionamento, 3 reais para o esquenta e 40 reais do ingresso do carnafacul, pq é claro= sequer consegui entrar na festa!
O que eu aprendi: Ah! Quanto mais reflito mais aprendizados me vêm à cabeça...
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Paixão alérgica

Sentei-me mais uma vez no banco do qual comumente a via passar. Percebi seu encanto há mais ou menos dois meses e desde então tenho sofrido por um amor platônico. Sou um jovem tímido, confesso ser bem aparentado e inteligente, porém tímido e acatado.

Meu grande amigo – que me encontra mais uma vez para um chope neste quiosque – diz que devo insistir e arriscar um cortejo. A vontade cresce a cada dia que a vejo passar, provavelmente voltando do trabalho, mas o brilho que há em seu olhar me ofusca a um certo ponto que prefiro apenas olhá-la de longe. Não tenho certeza se ela me percebe enquanto peço por mais um chope e lulas fritas de aperitivo, contudo meu amigo diz já tê-la visto dar uma breve olhada; não posso negar meu charme.

No dia seguinte, enquanto a espero passar no mesmo horário, penso em admirá-la mais de perto e arriscar um convite para tomar uns chopes comigo, imagino não haver mal algum nisso. Meu amigo chega, enquanto ouço suas palavras de encorajamento, me perco em pensamentos ao imaginá-la sentada no lugar dele; será que ela gosta de marisco frito tanto quanto eu?

Vejo-a de longe se aproximando, respiro fundo três vezes e antes de me levantar bebo mais um gole de chope.

Ela é mais linda de perto, arrisco um “Olá, como vai?” e convido-a se sentar enquanto peço por mais uma rodada de chope e faço um sinal para que meu amigo desocupe a mesa. Assim que essa doce e bela jovem se senta ofereço minha porção de lula, contudo ela recusa por não gostar da iguaria. Ela é tão linda que quase não me importo com o fato. Convido-a, então, a experimentar uma porção de marisco gratinado, e ela agradece. O que não esperava era que a jovem por quem tenho um grande amor e admiração possui uma grave alergia em sua agora não tão bela epiderme. Confesso ter sentido uma breve repugnância e ao esperá-la sair do pronto-socorro reflito até que ponto vai meu amor. Ela pergunta se irei ligar e eu assenti com a cabeça, porém ela não me parece tão admirável agora, pois diante de um ataque alérgico o amor se esvai.

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Escrevi isso para uma disciplina do Curso, o objetivo era escrever uma crônica a partir da música Garota de Ipanema, confesso ter feito às pressas (horas antes de entregar) e não reparei em alguns erros que apenas prefiro ignorá-los no momento. Não ficou bom, mas quis compartilhar. Nem tenho tanto gosto pela escrita, a prof Eduarda me deixou traumatizada com suas "redações dissertativas" hahaha

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Quando soube que tinha poucos meses de vida por causa de um câncer, o professor de gramática inglês Paul Flanagan só pensou em seus filhos, Thomas e Lucy. Em vez de sentir piedade de si mesmo ou entregar-se à tristeza, ele usou seus últimos dias para tentar ser um bom pai – mesmo à distância. Paul escreveu cartas, deixou mensagens gravadas em DVD e até comprou presentes para ser entregues às crianças em seus aniversários futuros. Separou também seus livros preferidos e, dentro deles, deixou bilhetes dizendo por que havia gostado de lê-los.

Em novembro de 2009, aos 45 anos, Paul morreu por causa do melanoma, deixando a mulher, Mandy, Thomas, então com 5 anos, e Lucy, de 1 ano e meio. Quase dois anos depois, ele continua presente com suas mensagens e fotos espalhadas por toda a casa. E, no mês passado, a família ganhou mais uma lembrança de Paul. Por acaso, Mandy encontrou um documento em seu antigo computador intitulado “Sobre encontrar a realização”. “Abri e, com lágrimas escorrendo pelo meu rosto, descobri que eram seus pontos para viver uma vida boa e feliz”, diz Mandy ao jornal Daily Mail.

“Quando alguém recebe a notícia de que tem poucos meses de vida, decide que sua vida não vai ser completa se não pular de bungee-jump da Ponte Harbour, em Sidney, ou não tiver visitado o Grand Canyon. Esse não era Paul. Tudo que importava para ele estava bem aqui. Ele viveu e morreu de acordo com suas próprias regras, e sei que encontrou sua própria realização.” Mandy diz que a carta é uma reprodução fiel dos valores e do bom humor de Paul.


O professor resumiu as reflexões que nortearam seu modo de viver em 28 itens. Traduzo aqui as palavras de Paul para seus filhos – e que agora servem de inspiração não só para eles, mas para todos que as leem.

“Nessas últimas semanas, depois de saber de meu diagnóstico terminal, procurei encontrar em minha alma e em meu coração maneiras de estar em contato com vocês enquanto vocês crescem.

Estive pensando sobre o que realmente importa na vida, e os valores e as aspirações que fazem das pessoas felizes e bem-sucedidas. Na minha opinião, e vocês provavelmente têm suas próprias ideias agora, a fórmula é bem simples.

As três virtudes mais importantes são: lealdade, integridade e coragem moral. Se aspirarem a elas, seus amigos os respeitarão, seus empregadores o manterão no emprego, e seu pai será muito orgulhoso de vocês.


Estou dando conselhos a vocês. Esses são os princípios sobre o quais tentei construir a minha vida e são exatamente os que eu encorajaria vocês a abraçar, se eu pudesse.

Amo muito vocês. Não se esqueçam disso.


Seja cortês, pontual, sempre diga “por favor” e “obrigado”, e tenha certeza de usar o garfo e a faca de maneira correta. Os outros decidem como tratá-los de acordo com as suas maneiras.

Seja generoso, atencioso e tenha compaixão quando os outros enfrentarem dificuldades, mesmo que você tenha seus próprios problemas. Os outros vão admirar sua abnegação e vão ajudá-lo.

Mostre coragem moral. Faça o que é certo, mesmo que isso o torne impopular. Sempre achei importante ser capaz de me olhar no espelho toda manhã, ao fazer a barba, e não sentir nenhuma culpa ou remorso. Parto deste mundo com a consciência limpa.

Mostre humildade. Tenha a sua opinião, mas pare para refletir no que o outro lado está dizendo, e volte atrás quando souber estar errado. Nunca se preocupe em perder a personalidade. Isso só acontece quando se é cabeça-dura.

Aprenda com seus erros. Você vai cometer muitos, então os use como uma ferramenta de aprendizado. Se você continuar cometendo o mesmo erro ou se meter em problema, está fazendo algo errado.

Evite rebaixar alguém para outra pessoa; isso só vai fazer você ser visto como mau. Se você tiver um problema com alguém, diga a ela pessoalmente. Suspenda fogo! Se alguém importuná-lo, não reaja imediatamente. Uma vez que você disse alguma coisa, não pode mais retirá-la, e a maioria das pessoas merece uma segunda chance.

Divirta-se. Se isso envolve assumir riscos, assuma-os. Se for pego, coloque suas mãos para cima.

Doe para a caridade e ajude os menos afortunados que você: é fácil e muito recompensador.

Sempre olhe para o lado bom! O copo está meio cheio, nunca meio vazio. Toda adversidade tem um lado bom, se você procurar.

Faça seu instinto pensar sempre sempre em dizer ‘sim’. Procure razões para fazer algo, não as razões para dizer ‘não’. Seus amigos vão gostar de você por isso.

Seja gentil: você conseguirá mais do que você quer se der ao outro o que ele deseja. Comprometer-se pode ser bom.

Sempre aceite convites para festas. Você pode não querer ir, mas eles querem que você vá. Mostre a eles cortesia e respeito.

Nunca abandone um amigo. Eu enterraria cadáveres por meus amigos, se eles me pedissem… por isso eu os escolhi tão cuidadosamente.

Sempre dê gorjeta por um bom serviço. Isso mostra respeito. Mas nunca recompense um mau serviço. Um serviço ruim é um insulto.

Sempre trate aqueles que conhecer como seu igual, estejam eles acima ou abaixo de seu estágio na vida. Para aqueles acima de você, mostre deferência, mas não seja um puxa-saco.

Sempre respeite a idade, porque idade é igual a sabedoria.

Esteja preparado para colocar os interesses de seu irmão à frente dos seus.

Orgulhe-se de quem você é e de onde você veio, mas abra a sua mente para outras culturas e línguas. Quando começar a viajar (como espero que faça), você aprenderá que seu lugar no mundo é, ao mesmo tempo, vital e insignificante. Não cresça mais que os seus calções.

Seja ambicioso, mas não apenas ambicioso. Prepare-se para amparar suas ambições em treinamento e trabalho duro.

Viva o dia ao máximo: faça algo que o faça sorrir ou gargalhar, e evite a procrastinação.

Dê o seu melhor na escola. Alguns professores se esquecem de que os alunos precisam de incentivos. Então, se o seu professor não o incentivar, incentive a si mesmo.

Sempre compre aquilo que você pode pagar. Nunca poupe em hotéis, roupas, sapatos, maquiagem ou joias. Mas sempre procurem um bom negócio. Você recebe por aquilo que paga.

Nunca desista! Meus dois pequenos soldados não têm pai, mas não corajosos, têm um coração grande, estão em forma e são fortes. Vocês também são amados por uma família e amigos generosos. Vocês fazem o seu próprio destino, meus filhos, então lutem por ele.

Nunca sinta pena de si mesmo, ou pelo menos não sinta por muito tempo. Chorar não melhora as coisas.

Cuide de seu corpo que ele vai cuidar de você.

Aprenda um idioma, ou pelo menos tente. Nunca comece uma conversa com um estrangeiro sem primeiro cumprimentá-la em sua língua materna; mas pergunte se ela fala inglês!

E, por fim, tenha carinho por sua mãe, e cuide muito bem dela.

Amo vocês com todo meu coração,

Papai”